6 de fevereiro de 2020

A VOLTA DO ANZOL - INDÍGENAS GUIANENSES ACUSAM PRESIDENTE FRANCÊS DE DESTRUIR A AMAZÔNIA. E AGORA, GRETA?

Índios da Guiana Francesa acusam França de destruir Amazônia

Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Macron, presidente Francês
No ano passado o presidente francês soltou o verbo por causa do aumento das queimadas na floresta amazônica, declarando que a Amazônia também era sua casa; a histeria 'mundial' contou com a ajuda de uma desocupada sueca, a pirralha Greta Tintin Thunberg, que viaja o mundo pelos grandes centros mundiais falando sobre o clima da Terra. Porém, a 'ativista' nunca andou pela periferia do mundo para denunciar as grandes atrocidades feitas contra os seres humanos.

Porém, como tudo tem retorno, o centro das atenções agora é o presidente francês Emmanuel Macron, que é acusado por indígenas da Guiana Francesa de ceder terras da florestas para grandes agricultores. Agora, é esperar o 'grito' dos ativistas de carteirinhas, da pirralha e do Greenpeace. Será que vão se manifestar?

“Nós lutamos para ter um pedaço de terra e geralmente somos bloqueados”, disse líder indígena da Guiana Francesa.

A política agrária adotada pela França na Guiana Francesa foi alvo de críticas de representantes das comunidades indígenas locais.

Os líderes indígenas acusam o governo de Emmanuel Macron de estar facilitando a compra de terras para agricultores que, em seguida, dividem e revendem os terrenos, colocando em risco a Floresta Amazônica.

Claudette Labonté, dirigente indígena presidente da federação Parikweneh da Guiana Francesa, disse que a região tem sido vítima dos subsídios não regulamentados que marginalizam os nativos e beneficiam os grandes fazendeiros.

A líder indígena declarou:

“Os agricultores fazem pedidos de parcelas de terra, que são diferentes dos pedidos feitos pelos autóctones.”

E, segundo o site UOL, acrescentou:

“Nós dependemos de uma comissão, que regulamenta as condições de concessões das terras nas quais podemos viver e suprir nossas necessidades, enquanto os agricultores dependem de uma outra comissão, diferente da nossa. Nós consideramos que há uma grande especulação sobre os terrenos, pois há muitos pedidos de terra vindos dos agricultores. Praticamente todos os meses as comissões para os fazendeiros se reúnem.”

Claudette Labonté ainda relatou que muitas vezes os terrenos concedidos são usados de forma indevida, desrespeitando as regras de cultivo ou de proteção da natureza:

“Quando vamos nas zonas agrícolas, constatamos que essas terras são revendidas. Os terrenos são divididos em parcelas e vendidos a particulares.”

A indígena completou:

“Nós lutamos para ter um pedaço de terra e geralmente somos bloqueados, enquanto os agricultores não encontram nenhum problema. Para eles, tudo funciona.”

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