12 de março de 2019

PARÁ - TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DO PARÁ COMEMORA BOA COLOCAÇÃO


O TRT8 comemora o excelente desempenho alcançado no Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (iGEST). 

17 entre as 50 melhores varas do trabalho no Brasil são do TRT 8. Isso representa 34% deste grupo. Sendo que 6 VTs do TRT8 estão entre as 10 melhores do País.

No ano de 2017, o TRT8 tinha 16 Varas entre as 100 melhores do país e 3 entre as 10 melhores. 

Em 2018, a 8ª Região possuía 4 varas entre as 10 melhores do país no iGest, um desempenho considerado muito bom para o TRT8.
O período de Referência da pesquisa é de  01/01/18 até 31/12/18, sendo que a data da última atualização do relatório foi em 08/02/19 e feita entre 1.571 varas trabalhistas existentes no Brasil.

Em nossa região, existem 4 varas trabalhista, sendo duas em Santarém, uma em Óbidos e Itaituba. Veja abaixo a colocação dessas varas;

1º - 2ª VT de Santarém       - 091º
2º - Vara única de Óbidos   - 158º
3º - 1ª VT de Santarém       - 728º 
4ª - Vara única de Itaituba - 968º

Para acessar os dados regionais, click aqui.

O QUE É IGEST

O corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, apresentou nesta quarta-feira (7) aos presidentes e corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho o Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (IGest), que sintetiza indicadores como acervo, celeridade, produtividade e taxa de congestionamento em relação à força de trabalho com a finalidade de contribuir para o aprimoramento da gestão das Varas do Trabalho do país. A apresentação ocorreu na primeira sessão de 2018 do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), em Brasília.

Desenvolvido pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT) a partir de estudos realizados pela Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do mapeamento global de desempenho dos TRTs da 3ª Região (MG) e da 15ª Região (Campinas/SP), o IGest auxiliará as Presidências, Corregedorias e Varas do Trabalho na efetividade da prestação jurisdicional combinada com o número de servidores disponíveis.

O índice foi criado para uso da própria CGJT, que, como explica o corregedor-geral, não é um órgão apenas de controle, mas também de gestão. No entanto, havia também a demanda de vários Regionais que não tinham condições de desenvolver uma metodologia própria para esse fim. Diante disso, a Corregedoria tornou o IGest acessível a todos os órgãos.

Os chamados mesoindicadores (acervo, celeridade, etc.) foram definidos em conformidade com os objetivos judiciários do Plano Estratégico da Justiça do Trabalho 2015-2020 de assegurar a celeridade e a produtividade, estimular a conciliação e as soluções alternativas de conflitos e impulsionar as execuções trabalhistas e fiscais. Eles são compostos por 13 indicadores construídos com base em 17 variáveis que utilizam dados oficiais do Sistema de Gerenciamento de Informações Administrativas e Judiciárias da Justiça do Trabalho (e-Gestão) referentes a todas as Varas em funcionamento no período.

O desempenho de cada Vara pode ser contextualizado nos cenários nacional, regional ou municipal, ou ainda conforme o porte ou número de casos novos. Uma das vantagens do IGest é que ele permite identificar as Varas do Trabalho com bom desempenho e extrair delas as boas práticas que levaram a esses resultados e, por outro lado, verificar quais são aquelas que merecem mais atenção.

(Carmem Feijó. Fotos: Giovana Bembom)

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