18 de junho de 2016

NOVO PROGRESSO/PA - IBAMA QUEIMA MÁQUINAS AVALIADAS EM R$1 MILHÃO


Operação destrói garimpo dentro da Flona Jamanxim – “maquinas são queimadas”

Informação chegou até redação do Jornal Folha do Progresso, que nesta quinta-feira (16), uma ação do Ibama destruiu maquinário, avaliado em R$ 1 milhão. (Foto Divulgação Ibama-Ilustrativa)

Retroescavadeira sendo destruída pelo Ibama no Parque Nacional do Jamanxim -Foto Ibama)

O local onde foi destruído, é um dos garimpos mais antigos da região, existia bem antes da criação da Flona Jamanxim ( já havia exploração).

Para chegar ao garimpo, são necessários horas de viagem pela estrada que passa dentro da Flona Jamanxim , o Garimpo “NOVO GLOBO” esta situado Próximo ao Rio Novo.

O Ibama ateou fogo em uma Retroescavadeira avaliada em R$ 480 mil, equipamentos usado para extrair ouro, e todo acampamento, segundo informação o prejuízo foi próximo de um milhão de reais para o proprietário.

A legislação vigente determina que os instrumentos utilizados na prática de infração ambiental poderão ser destruídos quando a medida for necessária pra evitar o seu uso, sobretudo quando o transporte e a guarda forem inviáveis.

O garimpo já havia sido alvo do Ibama, em outra oportunidade, o orgão notificou e autuou o dono da área para retirar os equipamento. “O garimpo continuou, para o Ibama a alternativa foi a destruição, hábito comum na região.

Na tarde desta sexta-feira (17) , a reportagem do Jornal Folha do Progresso esteve na sede do Ibama em busca de informações – o agente do IBAMA Thiago relatou que os mesmo estavam em uma área dentro da Flona Jamanxim irregularmente, a garimpagem é proibida neste local, conforme relatou o agente. A informação confirma que o Ibama, junto com seus parceiros, continuará implacável no combate a esses crimes que, para eles, além de estar em local impróprio, degradam a natureza.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

Reações:

2 comentários:

Anônimo disse...

Concordo plenamente, estás pessoas querem ganhar dinheiro a todo custo, não medindo se pessoa se outras pessoas ou seres serão prejudicadas, isto humilha a raça humana, nos fazem animais que querem ter uma vida Boa e detrimento ao sofrimento alheio. Não me interessa se em outros países as matas foram destruídas, eu não penso assim, não me interessa se a economia vai cair, temos outras alternativas. Somos seres racionais, precisamos mudar nossa consciência pensando no futuro de gerações, viajo para o mato grosso e vejo o que a ganância da monocultura e de um almejo da balança comercial fazem com a natureza, um campo minado de soja, precisamos dar um basta, precisamos explorar a natureza de uma forma mais científica, nossos animais estão se acabando, trabalhei em comunidades distantes e eles só vêem onças e serpentes como inimigos, estamos acabando com as onças, estamos acabando com nós mesmos, temos que fazer nossos filhos termos mais amor com as criaturas de Deus, temos que amar mais o próximo, temos que amar mais as coisas que Deus fez, o governo deve olhar mais por nós para que nossa juventude tenha oportunidades, nossa juventude clama por educação, justiça, por assistência por exemplo, por pessoas de verdade, nossos jovens estão desacreditados nos políticos, no futuro, nos homens de palavras, nas pessoas de bens, em que podemos acreditar? Somente em Deus? Vejo meu avô com 89 anos e tenho o maior orgulho de ter criado minha mãe com honestidade. Quero encontrar homens que possam escrever na história seus nomes que passaram por elas e foram heróis e não coadjuvantes. Acorda Brasil. Saudades do meu amigo e respeitoso Sargento João Luiz.

Anônimo disse...

Pois eu discordo plenamente. O Ibama tem agido de forma truculenta e inapelável ao incendiar e destruir instalações e bens de trabalhadores reconhecidos formalmente pelo governo federal, como é o caso de nossos garimpeiros e madeireiros. Seus agentes agem como em um tribunal de exceção, penalizando indefesos, destruindo seus patrimônios, sem lhes dar a mínima chance de defesa. Isso é uma política absurda que precisa ser revista com urgência por nossas autoridades, antes que outras vítimas apareçam.