16 de maio de 2014

ESCRIVÃ MORRE APÓS SER ESFAQUEADA EM PLENO DEPOIMENTO.

Loane Maranhão Thé ouvia depoimento de um suspeito de estuprar as duas filhas adolescentes, quando ele sacou uma faca de cozinha e atacou a policial, que morreu no hospital

Reprodução/Facebook
Loane Maranhão Thé colhia depoimento de suspeito de estupro quando ele sacou uma faca e atacou a escrivã
A escrivã de polícia Loane Maranhão Thé morreu após ser esfaqueada dentro da Delagacia da Mulher, onde trabalhava na cidade de Caxias, a 360 km de São Luis, na tarde desta quinta-feira (15). Uma investigadora também foi ferida, mas foi socorrida e passa bem.
Segundo a Polícia Cívil do Maranhão, Loane, que não teve a idade divulgada, ouvia o depoimento do gari Francisco Alves, 42 anos, acusado de estuprar as duas filhas adolescentes, quando ele sacou uma faca de cozinha e atacou a escrivã, que foi atingida no coração. A investigadora Marilene Almeida, de 47 anos, entrou na sala ao ouvir os gritos e também foi ferida entre as costelas. 
Loane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Marilene não corre risco de morrer. 
Ainda de acordo com a polícia, Alves saiu da delegacia sem ser impedido, mas foi preso cerca de 30 minutos depois. 
O corpo de Loane foi levado para Teresina, capital do Piauí, onde ela morava, e será enterrado na tarde desta sexta-feira (16).

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