24 de março de 2014

FAB NEGA TER ENCONTRADO AVIÃO DA JOTAN

FAB nega boatos de que bimotor tenha sido encontrado no Pará

Equipes já percorreram mais de 7.400 km quadrados em 66 horas de voo. Filha do piloto e comandante negam que avião tenha sido encontrado.


G1 Pará  - A Força Aérea Brasileira (FAB), que lidera as buscas pelo avião bimotor que desapareceu perto de Jacareacanga, sudoeste do Pará, negou que a aeronave tivesse sido localizada. Nesta segunda-feira (24), o Instituto Médico Legal confirmou que enviou técnicos para a área, aumentando a especulação sobre as buscas por sobreviventes e destroços - várias rádios e blogs do oeste do Pará consideraram que este envio seria um sinal de que corpos teriam sido encontrados, o que foi desmentido pelos canais oficiais.
O avião desapareceu na última terça-feira (18) após decolar de Itaituba. A aeronave transportava o comandante Luiz Feltrin, dono da empresa Jotan Táxi Aéreo, um motorista e três funcionários de saúde, que iriam trabalhar no atendimento da comunidade indígena da região. O último contato recebido da aeronave foi uma mensagem de texto da técnica de enfermagem Rayline Campos, que mandou um SMS para o tio preocupada com o mau tempo e as condições da aeronave.
Além da FAB, a filha do piloto da aeronave, Jéssica Feltrin, negou que o avião e os ocupantes tivessem sido encontrados. A mesma informação foi repassada pelo Grupamento Aéreo da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup), que auxilia a FAB na operação de salvamento.
Avião Orion é utilizado nas buscas no PA (Foto: CBS Silva / Agência Força Aérea)Avião Orion é utilizado nas buscas no PA
(Foto: CBS Silva / Agência Força Aérea)
Até o momento, as aeronaves envolvidas na operação de salvamento já percorreram mais de 7.400 quilômetros quadrados em 66 horas de voo. No último domingo (23), um avião de patrulha modelo Orion - o mesmo utilizado nas buscas pelo avião da Malasya Airlines - chegou da Bahia para auxiliar a procura por sobreviventes.

O avião, que é geralmente utilizado na proteção de áreas marítimas, tem sensores que podem identificar partes metálicas na mata fechada que, assim como o clima, é apontada pelas equipes como um dos fatores que mais dificultam a localização do avião.

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