29 de junho de 2013

MÃE, ME ESCONDE!!!!!!!!

Está havendo um genocídio social no Brasil. As mortes por questões banais estão se alastrando. Se tens dinheiro, sentença: Morte!. Se não tens dinheiro, sentença: Morte! Se tens dinheiro e 'colabora' com os rapazes 'esquecidos' pelo sistema, Sentença: Morte! Se o filho chora na hora do 'trabalho' deles, sentença: Morte! Se explicitas tua riqueza gerada pelo trabalho, sentença: Morte!

O genocídio ocorre para uma sociedade 'suplantar' outra, usando desculpas sociais e/ou religiosas para perpetrar seus crimes. Geralmente tem alguém financiando por trás. Por isso, pergunto: Além desses 'trabalhadores',quem também está ganhando com toda essa escalada vertiginosa de crimes contra o cidadão trabalhador e esfolado pelo Estado.
Abaixo, relato de uma mãe boliviana que perdeu seu único filho (eu assisti a reportagem e, CHOREI!)!





Não me mate, não mate minha mãe”, foram as últimas palavras da criança antes de ser baleada, relatou nesta manhã ao G1 a mãe, a costureira boliviana Veronica Capcha Mamani, de 24 anos.

Brayan Yanarico Capcha era filho único dela e do marido, Edberto Yanarico Quiuchaca, 28. A criança chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Geral de São Mateus, mas chegou morta ao local.


Segundo a polícia, seis assaltantes invadiram a casa quando um tio de Brayan estacionava, chegando de uma entrega de roupas. No imóvel moravam 11 bolivianos (quatro casais de costureiros e três crianças, incluindo Brayan).

Brayan, a mãe e o pai, Edberto Yanarico Quiuchaca, 28, foram levados para a parte de cima do sobrado. Os demais moradores ficaram no térreo, com parte dos ladrões.
A mãe de Brayan entregou R$ 3.500 aos ladrões. O cunhado dela, abordado na garagem, tinha mais R$ 1.000.
A mãe de Brayan, a costureira Veronica Capcha Mamani, 24, disse que os ladrões, insatisfeitos com os R$ 4.500 entregues, ameaçaram os moradores e se irritaram com o choro do menino. "Me ajoelhei, abraçada ao meu filho. Meu filho dizia 'não me mate, não mate minha mãe'. Mesmo assim, ele atirou", contou Veronica.
Antes, diz ela, o menino pediu: "Mãe, me esconde". O menino foi levado ao pronto-socorro do Hospital São Mateus pelos pais, mas não resistiu aos ferimentos.
A polícia deteve nove suspeitos para averiguação, mas cinco foram liberados. O secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Grella, disse que a polícia dará "prioridade absoluta" à investigação do caso.
Dos seis criminosos, cinco usavam capuzes. Dois deles portavam revólver e os outros, quatro facas. Eles fugiram após balear a criança.
Fonte: Folhauol

Reações:

1 comentários:

Anônimo disse...

SE MUDASSE ESSAS LEIS QUE PROTEGEM ASSASSINOS E BANDIDOS AÍ COM CERTEZA IRÍAMOS TER PAZ