22 de junho de 2013

CASO BIÓLOGOS - NOTA À IMPRENSA

Nota à Imprensa

O blog acaba de receber, via e-mail, uma nota à imprensa sobre o caso dos reféns dos mundurukus, enviada por Fábio Couto, que acompanha pelo blog o andamento do caso. Ele repassou para este blog, uma nota que informa ser da Eletrobras. Abaixo divulgo alguns dados do remetente.
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Fábio Couto
- Atualmente, pela FSB Comunicações, sou assessor de comunicação do Grupo de Estudos Tapajós, que realiza estudos ambientais de cinco hidrelétricas no Norte do país
- Integrei a equipe de Empresas da Thomson Reuters - Sucursal Rio de Janeiro até outubro de 2012;
- Liderei a redação da Agência Canal Energia desde dezembro de 2008, como editor-chefe.
- Participei da equipe que reestruturou o Portal CanalEnergia.
- Participei da criação do site Setorial News Energia
- Objetivos: crescimento e aprimoramento profissional, possíveis novas oportunidades, relacionamento e networking, pautas e reportagens
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Caro Jota Parente, segue abaixo a nota do Grupo de Estudos Tapajós sobre o caso dos técnicos da Concremat mantidos reféns pelos índios. Qualquer coisa, estou à disposição. 

Abraços

Fábio Couto ..........
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Nota à Imprensa:

 A Eletrobras informa que, às 16h de ontem (21), os biólogos e pesquisadores Djalma Nóbrega, Luiz Peixoto e José Guimarães, da empresa Concremat, foram sequestrados por índios da etnia Munduruku na localidade de Mamãe Anã, no rio Tapajós. Eles estão sendo mantidos reféns na cidade de Jacareacanga neste momento.

Os biólogos estavam na região do Tapajós, próximo ao município de Jacareacanga, realizando estudos de fauna e flora para o licenciamento socioambiental do possível Aproveitamento Hidrelétrico de Jatobá. Tais estudos são uma exigência do Ibama, que concedeu a permissão e determinou as áreas em que deveriam ser coletadas amostras da fauna, flora e água.

Nenhum local visitado pelos pesquisadores é terra indígena. Além da truculência do sequestro, foram roubados câmeras fotográficas e computadores com os registros da expedição e também o material coletado pela equipe, comprometendo a qualidade dos estudos realizados e impedindo sua continuação.

É importante ressaltar que tais estudos são benéficos para a sociedade brasileira, pois permitem que se conheça melhor a fauna e flora locais. A Concremat está a serviço do Grupo de Estudos Tapajós, que é coordenado pela Eletrobras e reúne as empresas Eletrobras Eletronorte, GDF SUEZ, Endesa Brasil, Copel, EDF, Cemig, Neoenergia e Camargo Corrêa.

A Eletrobras está trabalhando em parceria com o governo federal para resguardar a segurança de todos os envolvidos e espera que esses profissionais sejam libertados o mais rapidamente possível de forma pacífica.

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