24 de março de 2013

PORTOS DE MIIRITITUBA SOLUÇÃO PARA O BRASIL

Nobre amigo.
 
Complementando sua informação, segue abaixo um dos motivos da dificuldade de escoamento dos grãos. Quando o problema não é porto temos as estradas ...(Amigo Fabrício, a questão da estradas são os excessos de cargas dos caminhões. Mas a alternativa mais viável, em todos os sentidos, são as hidrovias, haja vista nossa região ser quase toda de planície, o que facilita em muito esse tipo de transporte. Mas caso nossos portos não se adequem através de novas tecnologias, isso tudo é dinheiro jogado fora. Tem que haver um estudo sobre a logística amazônica)
 
O ESTADO DE SÃO PAULO

Embarque de soja cai 40% em Santos e Paranaguá

Renée Pereira 

O volume de soja embarcada nos dois principais portos do País - Santos e Paranaguá - caiu, em média, 40% no primeiro bimestre do ano comparado a igual período de 2012

O volume de soja embarcada nos dois principais portos do País - Santos e Paranaguá - caiu, em média, 40% no primeiro bimestre do ano comparado a igual período de 2012. No complexo paranaense, quase metade da capacidade total de embarque está ociosa. O Porto pode despachar 80 mil toneladas de grãos por dia e só está fazendo metade disso.
Em Santos, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) afirmou que o embarque está ajustado à capacidade, mas recentemente o diretor de desenvolvimento comercial da Codesp, Carlos Kopittke, afirmou que, após várias reuniões, ficou detectado que alguns terminais estavam operando abaixo da capacidade por causa da dificuldade dos caminhões de chegar até o local de desembarque.
Nas últimas semanas, a Rodovia Cônego Rangoni, que dá acesso aos principais terminais de grãos do Porto, tem ficado constantemente congestionada, com filas quilométricas. Enquanto os motoristas ficam horas estacionados na rodovia sem conseguir chegar ao terminal, os navios não podem atracar por falta de mercadoria.
Em Paranaguá, até quarta-feira, havia 73 navios esperando para carregar grãos, segundo informou o superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino. Apenas quatro, no entanto, tinham carga completa para fazer o embarque.Outros 18 estavam com carga parcial e 53 ainda não tinham carga, ou porque o produto ainda não havia chegado ao Porto ou porque a carga ainda não havia sido negociada.
O executivo explica que o volume embarcado foi prejudicado pelo aumento das chuvas no período. De janeiro até meados desta semana, foram 27 dias de paralisação por causa das condições climáticas. "Além da chuva que tem nos prejudicado, ainda temos a complicação de estar trabalhando simultaneamente com dois produtos: milho e soja.
Só no primeiro bimestre, o volume de milho embarcado foi 288% maior que o verificado em igual período de 2012. Em Santos, a situação é semelhante. As exportações de milho cresceram 663%.
A dificuldade para o escoamento de grãos nos portos este ano já provocou o cancelamento do embarque de 33 navios de soja comprada por empresas chinesas.

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