26 de novembro de 2012

NORTE BRASILEIRO AUMENTA PARTICIPAÇÃO NO PIB


Norte, Nordeste e Centro-Oeste aumentam participação no PIB nacional

Apesar de a participação do Sudeste ter caído, o Estado de São Paulo continua responsável pela maior contribuição, com 33,1% do PIB nacional

REDAÇÃO ÉPOCA COM AGÊNCIA BRASIL
dinheiro (Foto: SXC)
Consideradas as regiões mais pobres do país, o Norte e o Nordeste aumentaram a contribuição no Produto Interno Bruto (PIB, que é a soma de todos os bens e serviços do país ), entre 2002 e 2010. No Norte, a participação subiu de 4,7% para 5,3% e, no Nordeste, de 13% para 13,5%. Os dados fazem parte da pesquisa Contas Regionais do Brasil 2010, divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
Segundo o estudo, no Centro-Oeste, também houve aumento da contribuição, de 8,8%, em 2002, para 9,3%, em 2010. No mesmo período, diminuíram a participação no PIB o Sul (de 16,9% para 16,5%) e o Sudeste (56,7% para 55,4%). De acordo com a pesquisa, oito Estados continuam concentrando 77,8% das riqueza do país. São Paulo continua responsável pela maior contribuição, com 33,1% do PIB nacional. Entre todos os Estados, Roraima apresentou a menor participação, de apenas 0,2%.
De acordo com o IBGE, no Norte do país, o aumento refletiu a valorização dos preços internacionais do minério de ferro exportado pelo Pará, que puxou o crescimento da economia da região, além do aquecimento da indústria no Amazonas e da agropecuária em Rondônia.
No Nordeste, o Maranhão, com o menor PIB per capita do país (R$ 6.888,60), consolidou-se como maior produtor de soja do Brasil, influenciando o resultado da região. Também teve impacto no aumento da participação do Nordeste no PIB o avanço do setor de serviços no Ceará, principalmente o comércio.
A contribuição do Centro-Oeste no PIB está relacionada ao agronegócio e aos altos salários em Brasília. O Distrito Federal contribuiu com a renda mais alta por pessoa no país, R$ 58.489,46.

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