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Valmir Climaco, Trabalhando Para Desenvolver a Região!

Bela Orla, calma e serena!

Uma das mais lindas paisagem desta região, o Rio Tapajós!.

16 de março de 2019

SANTARÉM/PA - ASSASSINO DE RURÓPOLIS É ACHADO MORTO EM CELA

Detento de Rurópolis é encontrado morto dentro de cela no presídio de Santarém

Hemerson Melo, de 18 anos, foi preso no dia 11 de março após participar de homicídio de jovem em Rurópolis. O detento se declarou membro de facção.

Por G1 Santarém

Hemerson Ribeiro, de 18 anos, foi preso por envolvimento na morte de Matheus da Silva, em Rurópolis — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Transferido há dois dias de Rurópolis para Santarém, no oeste do Pará, Hemerson Melo Ribeiro, de 18 anos, foi encontrado morto dentro de uma das celas da triagem do Centro de Recuperação Agrícola Sílvio Hall de Moura, na noite de sexta-feira (15).

O jovem confessou participação na morte de um comerciante em Rurópolis no dia 11 de março e foi transferido para Santarém no dia 13. O corpo do preso foi encontrado amarrado pelo pescoço em uma das celas do pavilhão 2.

O Boletim da Ocorrência (BO) sobre a morte foi registrado na 16ª Seccional de Polícia Civil. De acordo com o delegado plantonista Lucivelton Ferreira, Hemerson tinha se declarado membro da facção criminosa CCA (Comando Classe A).

O crime

Hemerson Melo confessou ter participado da morte de Matheus Nascimento da Silva, também de 18 anos, encontrado na área próximo ao lixão em Rurópolis no dia 11 de março.

Segundo a polícia, Matheus foi executado a tiros em uma vicinal que dá acesso à área do lixão da cidade. No dia do crime, a polícia foi até o local onde estava o corpo, enquanto isso, passou a circular nas redes sociais um vídeo contendo cenas do crime.

De posse do material, os policiais civis e militares da 17ª CIPM identificaram Hemerson, que foi localizado e apresentado na delegacia. Durante o depoimento ele acabou confessando a participação.

A polícia continua as buscas pelos demais envolvidos no crime, com o intuito de descobrir a motivação, que segundo investigações, está ligada ao tráfico de entorpecentes na região.

O jovem foi apresentado em audiência de custódia ao Juiz da Comarca, e em razão da gravidade do fato foi decretada a prisão preventiva. A escolta até o presídio de Santarém foi feita com o apoio de policiais civis da 16ª Seccional de Santarém.

ITAITUBA/PA - VAGABUNDOS DIZEM QUE VÃO MATAR ALUNOS EM COLÉGIOS



Print que circula nas redes sociais.

Print com informações de possível ameaça de ataque em escola de Itaituba gera preocupação

O print informa que pessoas em um grupo de whatsapp estariam “tramando matar alguns alunos da escola onde estudam”.


Um print que vem circulando em grupos de whatsapp desde a noite da última quinta-feira (14), assustou internautas e pais de alunos. A informação contida no print dá conta de que o filho de uma pessoa de Itaituba teria entrado em um grupo onde estavam “tramando matar alguns alunos da escola onde estudam”. No tal grupo citado, também teria um homem induzindo os integrantes e “falando como era pra ser feito” (o ataque).

O alvo seria a escola Duque de Caxias, que fica dentro da Vila Militar e atende cerca de 400 alunos do maternal ao quinto ano.

O print diz ainda que um Boletim de Ocorrência foi registrado na delegacia de polícia para denunciar o caso.

O Giro conversou com delegados da 19ª Seccional de Policia Civil e também com policiais militares, mas ninguém sabia de nada referente ao caso. O que confirma que, provavelmente, tudo não passe de fake news ou boato.

O Giro também conversou com Maria Cleuza, professora da escola Duque de Caxias, ela disse que a escola teve conhecimento do caso na manhã de ontem e, preocupados, convocaram uma reunião geral com os pais de alunos para tratar do assunto, porém, não houve nenhuma confirmação do caso.

“A gente vê os noticiários e acaba ficando preocupado. Por isso convocamos a reunião para que tudo isso fosse esclarecido. Aparentemente se trata de uma história inventada.” disse a professora

Outra ameaça compartilhada
Nova possível ameaça compartilhada na manhã deste sábado (16).

Outra ameaça também vem sendo compartilhada, agora se referindo à escola Centro Educacional Anchieta (CEA).

O massacre ocorrido em Suzano, no início da semana, é o fato que preocupa a todos. Houveram também registros de ameaças à alunos em escolas de Santarém e Belém.

Fonte: Portal Giro

Nota do Blog: Em vários grupos de whatsapp do qual este administrador participa, a preocupação é imenso com essas conversas, pois temem que ocorra o mesmo com nossos filhos e, como não se sabe se é verdade ou apenas brincadeira de mal gosto, todos estão alertas.

14 de março de 2019

ITAITUBA/PA - POLÍCIA E RECEITA FEDERAL FAZEM OPERAÇÃO ANTE-DROGAS EM ITAITUBA

PF faz operação em 3 estados para investigar lavagem de dinheiro do tráfico de drogas

Agentes foram às ruas para cumprir 72 mandados de busca e apreensão em Rondônia, Mato Grosso e Pará. Empresas suspeitas de ocultar dinheiro do tráfico são alguns dos alvos.

Por Gabriel Palma, Camila Bomfim e Jonatas Boni, TV Globo e G1 RO — Brasília

PF faz operação em 3 estados para investigar lavagem de dinheiro do tráfico de drogas

Mais de 200 policiais federais foram às ruas no início da manhã desta quinta-feira (14) para cumprir 72 mandados de busca e apreensão em três estados: Rondônia, Pará e Mato Grosso. A Operação Dracma investiga a atuação de empresas de Rondônia na ocultação de recursos gerados pelo tráfico de drogas. Quatro pessoas foram presos em flagrante.

Em Rondônia, os mandados foram cumpridos nas cidades de Guajará-Mirim, Porto Velho e Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, São Miguel do Guaporé, Ouro Preto do Oeste e Nova Mamoré. Também houve prisões em Cuiabá (MT) e Itaituba (PA).


Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento das funções e o sequestro de bens dos gerentes e proprietários das empresas envolvidas. O valor confiscado é de mais de R$ 70 milhões. Também participam da ação desta quinta servidores da Receita Federal.

A Receita Federal estima que o esquema movimentou aproximadamente R$ 2 bilhões entre 2009 e 2016, período em que foi feito a retirada irregular de mercadorias pelas empresas investigadas. O prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos federais, chega a R$ 300 milhões.

São investigados investigadas. O prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos federais, chega a R$ 300 milhões.

São investigados os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas oriundas do tráfico internacional de drogas e sonegação fiscal.
Operação Dracma, em Porto Velho — Foto: Carolina Brazil/Rede Amazônica

A operação se baseia em 26 inquéritos da Polícia Federal, 36 relatórios fiscais da Receita Federal e 86 laudos de perícia financeira.

Durante a manhã, a PF apreendeu uma grande quantidade de dinheiro vivo, mas os valores ainda não foram divulgados.

Como funcionava o esquema?

Em vez de repatriado, parte do lucro das grandes empresas distribuidoras/exportadoras era encaminhado diretamente aos cambistas da Bolívia para fim de custódia de valores.

Durante dez anos, centenas de milhões de reais foram enviados de traficantes do Pará e Nordeste para contas de pequenas empresas físicas em Rondônia, as chamadas "contas de passagem".

Segundo a PF, depois de receberem os valores, os suspeitos intermediários faziam depósitos sucessivos nas grandes empresas distribuidoras em Rondônia. Estas empresas recebiam os recursos e emitiam as autorizações de pagamentos.

Estas autorizações de pagamentos são classificadas como cheques ou vouchers, que, após serem efetuadas, credenciavam o portador a sacar o valor nele inscrito em algum cambista na cidade boliviana de Guayaramerin.

A PF diz que não havia qualquer emissão de nota fiscal pela quadrilha para sustentar a licitude.

Os portadores dos cheques ou vouchers sacavam os valores nos cambistas bolivianos e assim faziam o pagamento de drogas adquiridas na Bolívia.

Após serem remunerados, os traficantes na Bolívia forneciam as drogas que abasteciam o tráfico em cidades do Nordeste e do interior do Pará.

Além de agirem como verdadeiras instituições financeiras, segundo a PF, foi descoberto que as empresas de grandes portes se usavam irregularmente dos benefícios tributários destinados exclusivamente no livre comércio de Guajará-Mirim, cidade a cerca de 300 quilômetros de Porto Velho.

São cumpridos 72 mandados de busca e apreensão em cidades de Rondônia, Pará e Mato Grosso. — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

Para as empresas de grande porte, a vantagem do esquema criminoso era a apresentação ao fisco de lucro formal, além do valor efetivamente conquistado e o consequente pagamento de tributos "a menor".

Segundo a PF, os intermediários do grupo criminoso recebiam entre 1% e 5% dos valores recepcionados e encaminhados à Bolívia. Isto era feito a título de remuneração.

Operação Dracma em Rondônia nesta quinta-feira, 14 — Foto: PF/Divulgação

Quatro empresas são investigadas em Rondônia: Coimbra, MS Comercial Imp. e Exp. de Alimentos, Potosi e Rical.

Ao G1, a Rical informou que está colaborando com as investigações da PF e ressaltou que suas atividades estão dentro da legalidade e transparência.

O G1 entrou em contato com as empresas Coimbra, MS e Potosi e aguarda posicionamento.

Porto Velho

Ainda não foi divulgado o número de mandados de prisão cumpridos em Porto Velho, mas desde cedo os agentes da PF estão indo a vários endereços em busca dos suspeitos investigados. Um dos imóveis vasculhados pelos agentes da PF fica no bairro Agenor de Carvalho.

Pelo menos seis empresários devem ser levados pela PF para prestar esclarecimentos.

Operação Dracma é realizada em Porto Velho nesta quinta-feira — Foto: Carolina Brazil/Rede Amazônica

Dracma

O nome da operação, Dracma, é uma alusão à antiga moeda da Grécia, que tinha a necessidade de seguir o rastro do dinheiro durante as investigações dessa natureza.

Dracma era a mais antiga moeda ainda em circulação no mundo, sendo que esta é usada desde o primeiro século depois de Cristo (d.C).

VEJA FOTOS DA OPERAÇÃO EM RONDÔNIA


Ação da PF em Guajará-Mirim — Foto: PF/Divulgação
Operação Dracma, em Rondônia, feita pela PF — Foto: PF/Divulgação
Dinheiro é apreendido na Operação Dracma — Foto: PF/Divulgação

MANAUS/AM - MENINO É ABUSADO DENTRO DE ESCOLA

Estupro coletivo: Menino de 11 anos é estuprado por cinco homens em escola de Manaus.

Uma criança de 11 anos sofre estupro coletivo dentro de uma escola em Manaus, localizada no Parque Riachuelo, zona norte.

A mãe fez o boletim de ocorrência no dia 9 de março, o crime ocorreu no dia 7/03.
A criança foi abordada por cinco homens que a levaram para o banheiro. O grupo abordou o menino a entrar no local e ali mesmo estupraram.

A mãe da criança já fez os exames de corpo de delito e o caso será investigado, já que a sala do diretor fica na frente do banheiro, mas ninguém viu o ato, nem escutou os gritos da criança.

Ainda não se sabe quem praticou o estupro.

Fonte: CN7

MANAUS/AM - NINFETA 'VAZA' CONVERSAS CALIENTES COM PODEROSOS MANAUARAS


Nesta quarta-feira (13), um escândalo envolvendo empresários e políticos de dois Estados, AM e RR, acabou colocando muitos homens casados de ‘barba de molho’. A garota de 15 anos cobrava por programa, segundo prints de conversar, o valor R$ 2.000,00, por programa.

Uma menina, ainda adolescente e com atitudes infantis, contrariada porque os ‘nudes’ enviados pra os clientes havia vazado, resolveu também joar ‘merda’ no ventilador e postar todas as conversas nas redes social e os nomes de todos que ficaram com ela em noites ‘ calientes’.

As conversas com Ítalo gerente da Mercedes, foi a primeira a vazar, depois  a do filho do ex-senador Romero Jucá.

A lista é extensa e envolve homens casados, políticos de Manaus e muitos empresários.


A suposta adolescente, por sua vez, não demonstrava ter confiança no “crush”. “Eu preciso confiar bem em você. Eu nunca fiz isso, Ítalo”, teria escrito ela.




A lista será divulgada ainda hoje.

13 de março de 2019

SUZANO/SP - VÍDEO MOSTRA MOMENTOS INICIAIS DO MASSACRE. CENAS FORTES❗


Uma câmera de segurança registrou o momento em que Guilherme Taucci Monteiro entra na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, e atira em quem estava logo após a porta de entrada. O vídeo acima mostra o momento em que Monteiro entra na escola, saca a arma e aponta para as vítimas. O ataque deixou no total dez mortos, incluindo os dois assassinos.


Ele entra pela porta, caminha pela sala, deixa um caderno e a arma está na cintura. Ele tira a arma e atira contra alunos e funcionários. Depois, um segundo assassino, Luiz Henrique de Castro, entrou e atacou as pessoas já caídas.

Dez pessoas morreram nos ataques:

1. Caio Oliveira, 15 anos, estudante.
2.Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante.
3.Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
4.Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante.
5.Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante.
6.Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária.
7.Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica.
8.Guilherme Taucci Monteiro - 17 anos, assassino.
9.Luiz Henrique de Castro - 25 anos, assassino.
10.Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, tio de Guilherme.

Um assassino matou o outro, diz polícia

Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os assassinos de Suzano — Foto: Reprodução

Um dos assassinos matou o comparsa e depois se matou,segundo informações da polícia. A investigação aponta que Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se suicidou.

Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. E que andavam pesquisando na internet massacres em escolas dos Estados Unidos.

Os dois assassinos eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil, alvo do ataque, disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos. De acordo com ele, os cinco alunos assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.

Segundo o secretário, ainda não se sabe a motivação do crime. "É a grande busca: qual foi a motivação dos antigos alunos", disse Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.

Monteiro deixou a escola no ano passado após "problemas" – o secretário não foi claro se ele foi expulso ou se saiu por conta própria.

Mortes em Suzano — Foto: Igor Estrella/G1

SUZANO/SP - ASSASSINO POSTOU FOTOS ANTES DO MASSACRE


Guilherme Taucii de Monteiro, 17 anos, um dos assassinos do massacre da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, São Paulo, que deixou dez pessoas mortas nesta quarta-feira, 13, publicou no Facebook fotos com uma máscara de caveira e com uma arma minutos antes do crime.

Em post feito às 9h34, ele publicou cerca de 20 fotos na rede social em que aparece fazendo gestos obscenos, segurando um revólver e usando no rosto um lenço com um desenho de caveira.

Reprodução/Facebook
Com informações do G1.


AVÔ AFIRMA QUE GUILHERME ERA UM BOM RAPAZ

Crédito: Reprodução/ Twitter

Em entrevista a imprensa, o avô de Guilherme Taucci Monteiro, um dos atiradores, de 17 anos, contou que o neto morava com ele e a avó e que os pais do adolescente eram dependentes quimicos.

O avô de Guilherme, que não quis se identificar, contou também que o neto era um rapaz calmo e que não tinha envolvimento com drogas. 

"Era um menino bonzinho, não tinha problemas com drogas e nunca me deu trabalho", disse o idoso. 

De acordo com ele, o neto trabalhava na concessionária do tio, que foi atingido por um disparo feito por Guilherme.

A avó de Guilherme morreu há dois meses, e além do adolescente, mais duas irmãs dele também ficaram morando com o avô.

Com informações de Notícias ao Minuto.

PARÁ - STF MANTÉM 'PUNIÇÃO' DE MAGISTRADAS

STF mantém "punição" às desembargadoras paraenses envolvidas em desvio bilionário do Banco do Brasil❗

Marneide Merabet e Vera Araújo foram aposentadas compulsoriamente pelo CNJ

Marneide Merabet e Vera Araújo sentenciadas por desvio de R$ 2,3 bilhões do BB de - Crédito: Reprodução - Roma News

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que puniu com aposentadoria compulsória a duas magistradas paraenses, envolvidas em um golpe bilionário contra o Banco do Brasil. 

As desembargadoras do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), Vera Araújo de Souza e Marneide Trindade Pereira Merabet, recorreram da decisão do CNJ, que as afastou da função com a punição prevista na Lei da Magistratura Nacional (Loman), que "pune" com aposentadoria, mas com proventos proporcionais ao tempo de serviço.

Na sessão da segunda turma do STF, realizada nesta terça-feira, 12, os ministros negaram os mandados de segurança Nºs 35521 e 35540, impetrados contra a decisão do conselho.

Vera Araújo de Souza era titular da 5ª Vara Cível da comarca de Belém, quando concedeu liminar em ação de usucapião, sem que a parte contrária pudesse ser ouvida, para determinar que o Banco do Brasil se abstivesse de movimentar mais de R$ 2,3 bilhões, que teriam sido depositados há mais de três anos na conta de um dos membros do grupo criminoso.

A magistrada foi advertida pela direção do BB sobre o possível esquema fraudulento, que baseava o pedido de usucapião. Porém, Vera Araújo manteve a liminar, sem sequer analisar os documentos falsos juntados aos autos pela instituição financeira.

Já no segundo grau da justiça paraense, a desembargadora Marneide Trindade Pereira Marabet, manteve a decisão da juíza de primeiro grau, ao apreciar o recurso do banco, e também mesmo ciente de que tratava de documentos falsos, não revogou a sentença.

Em procedimento administrativo disciplinar (PAD), o CNJ concluiu pela aplicação da penalidade de aposentadoria compulsória, às duas desembargadoras, pela negligência na condução do procedimento judicial.

As magistradas alegam, que a decisão do CNJ não respeitou o devido processo legal, em razão da impossibilidade de depoimento de uma testemunha, já morta. Elas asseguram que o conselho exorbitou de suas atribuições ao julgar um PAD por fatos já investigados no âmbito do Corregedoria do TJ-PA, sem que tenha havido pedido de revisão disciplinar. 

Juíza e desembargadora afirmam que a decisão fere os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade ao aplicar a pena máxima, diante da baixa gravidade das condutas a elas atribuídas.

Porém, ministro Gilmar Mendes, afastou todas as alegações das magistradas. “As conclusões a que chegou o CNJ amparam-se em fartos elementos de prova, razão pela qual seria temerário supor que a oitiva de uma testemunha traria para o PAD um desfecho diametralmente oposto”, proferiu Mendes na sentença.

Fonte: STF

12 de março de 2019

FAKE NEWS - É FALSA A INFORMAÇÃO DA CONCLUSÃO DO ASFALTAMENTO DA ROD. TRANSAMAZÔNICA

Imagem: Arte UOL/Bruno Kelly/Reuters 1 Lucas Borges Teixeira Colaboração para o UOL, em São Paulo 06/03/2019 04h02

"O governo federal poderá, finalmente, concluir a pavimentação da rodovia Transamazônica, que liga o Leste ao Oeste do país, iniciada em 1969." É o que diz uma mensagem, atribuída ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), que circula pelas redes sociais.

"Depois de 50 anos, finalmente a BR-163, mais conhecida por Transamazônica, sendo asfaltada. É o governo Bolsonaro em ação. O Exército Brasileiro está na BR-163, no Pará, para iniciar a pavimentação da rodovia, após 30 anos de promessas de todos os governos que passaram por este país."

"Você ouviu ou viu isso em alguma mídia brasileira? Você entendeu como a mídia esquerdista brasileira desinforma a sociedade", conclui o texto, com suposta assinatura de Bolsonaro. Nas redes sociais, a mensagem é acompanhada de vídeo com suposta reunião do Exército Brasileiro com autoridades do governo Bolsonaro para discutir os detalhes da obra.

Abaixo, vídeos onde há mais uma promessa de asfaltamento da BR-163, sendo que o ministro se embaralha, pois uma hora diz que em 2020 o asfaltamento estará concluído, mas logo depois diz que ainda neste ano haverá a conclusão.  De resto, só nos resta rezar para que mais uma promessa não caia no esquecimento.



FALSO: Governo não pavimentará Transamazônica.

A notícia falsa mistura rodovias federais e atribui erroneamente ao projeto à conclusão da Transamazônica. 

Governo federal e Exército negaram a informação.

Primeiro, é preciso entender que a mensagem parte de um equívoco: ela chama a Transamazônica de BR-163 quando esta é, na verdade, a BR-230. Só a primeira será pavimentada, a segunda, não.

Inaugurada em 1972, a Transamazônica (BR-230) liga Cabedelo, no litoral paraibano, a Lábrea, no interior do Amazonas, em cerca de 4.260 km.

Igualmente grande (quase 3.500 km), a BR-163 liga Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, a Santarém, no Pará. Até então, ambas ainda têm trechos não pavimentados na região Norte.

Ao UOL, o Ministério da Infraestrutura explicou que a pavimentação se dará em 51 km da BR-163, entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), ainda neste ano. No ano que vem, haverá a conclusão no estado do Pará em mais 58 km.

O Exército Brasileiro também negou que tenha planos concretos para pavimentar a Transamazônica. Em resposta à reportagem, a instituição explicou que o vídeo divulgado é, de fato, de um encontro do 8° Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC) com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), mas para "verificar o andamento da Operação Rondon na BR-163" e não da BR-230.

Questionado pelo UOL, o Planalto se recusou a comentar a mensagem atribuída ao presidente Bolsonaro. A reportagem não encontrou, no entanto, nenhuma declaração sobre pavimentação da Transamazônica em seus perfis oficiais.

Nota do Blog: Em 09/08/2017 o jornal eletrônico do interior do Mato Grosso SONOTÍCIAS, noticiou acerca de um convênio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) com o Exército Brasileiro para  a celeridade e qualidade das obras da BR-163, no Pará. 

A iniciativa vai evitar que a situação calamitosa ocorrida em março deste ano (2017), durante a época de chuvas, quando trechos ficaram intrafegáveis por conta do atoleiro, volte a acontecer. Vale lembrar que nesse período centenas de carretas e outros veículos ficaram vários dias parados devido na rodovia, e agora, novamente, novas promessas sãos feitas. 

PARÁ - TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DO PARÁ COMEMORA BOA COLOCAÇÃO


O TRT8 comemora o excelente desempenho alcançado no Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (iGEST). 

17 entre as 50 melhores varas do trabalho no Brasil são do TRT 8. Isso representa 34% deste grupo. Sendo que 6 VTs do TRT8 estão entre as 10 melhores do País.

No ano de 2017, o TRT8 tinha 16 Varas entre as 100 melhores do país e 3 entre as 10 melhores. 

Em 2018, a 8ª Região possuía 4 varas entre as 10 melhores do país no iGest, um desempenho considerado muito bom para o TRT8.
O período de Referência da pesquisa é de  01/01/18 até 31/12/18, sendo que a data da última atualização do relatório foi em 08/02/19 e feita entre 1.571 varas trabalhistas existentes no Brasil.

Em nossa região, existem 4 varas trabalhista, sendo duas em Santarém, uma em Óbidos e Itaituba. Veja abaixo a colocação dessas varas;

1º - 2ª VT de Santarém       - 091º
2º - Vara única de Óbidos   - 158º
3º - 1ª VT de Santarém       - 728º 
4ª - Vara única de Itaituba - 968º

Para acessar os dados regionais, click aqui.

O QUE É IGEST

O corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, apresentou nesta quarta-feira (7) aos presidentes e corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho o Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (IGest), que sintetiza indicadores como acervo, celeridade, produtividade e taxa de congestionamento em relação à força de trabalho com a finalidade de contribuir para o aprimoramento da gestão das Varas do Trabalho do país. A apresentação ocorreu na primeira sessão de 2018 do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), em Brasília.

Desenvolvido pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT) a partir de estudos realizados pela Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do mapeamento global de desempenho dos TRTs da 3ª Região (MG) e da 15ª Região (Campinas/SP), o IGest auxiliará as Presidências, Corregedorias e Varas do Trabalho na efetividade da prestação jurisdicional combinada com o número de servidores disponíveis.

O índice foi criado para uso da própria CGJT, que, como explica o corregedor-geral, não é um órgão apenas de controle, mas também de gestão. No entanto, havia também a demanda de vários Regionais que não tinham condições de desenvolver uma metodologia própria para esse fim. Diante disso, a Corregedoria tornou o IGest acessível a todos os órgãos.

Os chamados mesoindicadores (acervo, celeridade, etc.) foram definidos em conformidade com os objetivos judiciários do Plano Estratégico da Justiça do Trabalho 2015-2020 de assegurar a celeridade e a produtividade, estimular a conciliação e as soluções alternativas de conflitos e impulsionar as execuções trabalhistas e fiscais. Eles são compostos por 13 indicadores construídos com base em 17 variáveis que utilizam dados oficiais do Sistema de Gerenciamento de Informações Administrativas e Judiciárias da Justiça do Trabalho (e-Gestão) referentes a todas as Varas em funcionamento no período.

O desempenho de cada Vara pode ser contextualizado nos cenários nacional, regional ou municipal, ou ainda conforme o porte ou número de casos novos. Uma das vantagens do IGest é que ele permite identificar as Varas do Trabalho com bom desempenho e extrair delas as boas práticas que levaram a esses resultados e, por outro lado, verificar quais são aquelas que merecem mais atenção.

(Carmem Feijó. Fotos: Giovana Bembom)