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19 de novembro de 2019

MULHER TEM BILHETE ESCRITO NO CORPO AO TENTAR ENTRAR EM PRESÍDIO

Segundo a SAP, scanner corporal detectou ‘anotações suspeitas’ escritas na pele da mulher que visitaria amigo preso na unidade de Getulina. Em Bauru, mulher foi presa com maconha e cocaína nas partes íntimas. 


Por G1 Bauru e Marília


Mulher foi flagrada com "anotações suspeitas" escritas a caneta em sua perna: teor da mensagem não foi revelado — Foto: SAP/Divulgação 


Uma mulher foi flagrada tentando entrar no presídio de Getulina (SP) com anotações gravadas na perna que seriam destinadas a um amigo preso na unidade que ela pretendia visitar. 



Segundo informações da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a mulher foi flagrada no sábado (16) pelo scanner corporal da Penitenciária “Osiris Souza e Silva”, de Getulina, com anotações consideradas “suspeitas” na perna.





Mulher com ‘bilhete’ escrito na perna é barrada ao
 tentar entrar em presídio de Getulina

Por conta da suspeita, a mulher foi encaminha ao hospital da cidade para realização de exames. A avaliação médica comprovou que havia um “bilhete” escrito com caneta em sua perna. A SAP não revela o teor das anotações.


Ao sair do hospital, a mulher tentou apagar as anotações com a intenção de entrar na penitenciária, mas foi impedida de realizar a visita ao amigo preso.



Drogas no corpo



Em outra ocorrência registrada no fim de semana, uma mulher foi flagrada pelo escâner corporal com porções de maconha e cocaína escondidas em suas partes íntimas tentando entrar no Centro de Progressão Penitenciária (CPP 2), em Bauru.



A apreensão ocorreu na manhã de domingo (17). Ao ser flagrada, a mulher negou a irregularidade e, por isso, foi encaminhada ao pronto-socorro da cidade para exames.



Na unidade hospitalar, ela confessou que escondia drogas em sua genitália e que entregaria o entorpecente ao companheiro preso. Ela foi levada ao Plantão Policial e presa em flagrante, ficando à espera da audiência de custódia.



Segundo a SAP, foi instaurado procedimento disciplinar para apurar a cumplicidade dos presos que receberiam o “bilhete suspeito” e os entorpecentes.



A SAP informa também que as pessoas flagradas tentando entrar em presídios com atitudes ou objetos ilícitos são automaticamente suspensas do sistema de visitação.


MONSTROS - MÃE AJUDAVA NAMORADO A ESTUPRAR FILHA DE 13 ANOS

Jovem de 13 anos foi obrigada a tatuar nome de estuprador no braço, segundo a PM. Mulher foi presa e homem é procurado pela Polícia do Amazonas.

Por Isabella Pina e Jean Beltrão

Menina foi obrigada a tatuar nome do agressor, segundo Conselho Tutelar — Foto: Arquivo pessoal

Uma mulher de 33 anos foi presa suspeita de permitir que uma de suas filhas, de 13 anos, fosse vítima de estupros praticados pelo padrasto, que é procurado pela polícia. O caso aconteceu no interior do Amazonas, em Maués, a 276 km de Manaus. A menina, abusada por cinco anos, foi obrigada a tatuar o nome do suspeito no braço.

À equipe do Conselho Tutelar da cidade, a vítima contou que era violentada desde os oito anos de idade - com o consentimento da própria mãe. Segundo relato, ela foi "entregue" ao padrasto para que ele aceitasse reatar o relacionamento com a presa.

"Ela [menina] conta que a mãe teve um outro relacionamento sem o padrasto saber. Quando ela pediu pra voltar, ele perguntou o que "ganharia com isso", ela disse que "qualquer coisa". Então, ele pediu a criança. Na época, ela tinha oito anos. Na primeira vez que ele foi cometer o abuso, a mãe a segurou pelos braços e ajudou a tampar a boca dela", detalhou o conselheiro tutelar Vanderval Moreira ao G1.

Participação 'ativa' da mãe

Segundo o comandante da Polícia Militar que atua na cidade, capitão Orlando Santos, a mãe, segundo investigações, e com base no depoimento da menina, estava presente em todas as vezes que o padastro cometia os estupros. Ela ajudava a segurar a menina.

"Ela tem a tatuagem com o nome do padastro escrito no braço. Obrigada pela mãe. E todas as vezes que ele ia estuprar ela, a mãe estava lá. Segurava ela", complementa ao comentar o caso.

Outros filhos

Conselho tutelar resgatou duas crianças, de 1 e 4 anos, da casa da família onde menina era estuprada por padrasto — Foto: Divulgação/PM-AM

Dois outros filhos da mulher, de um e quatro anos de idade, foram acompanhados pelo Conselho Tutelar e por profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Eles passarão por exames.

Uma outra filha, de 11 anos, mora em Manaus e pode ser submetida, também, a exames caso a família queira, afirmou o conselheiro. Ela estaria "na mira" do casal, segundo a Polícia Militar.

A mulher foi indiciada por estupro de vulnerável por não ter acionado a polícia, ao tomar conhecimento dos abusos. Um Inquérito Policial (IP) foi instaurado para apurar se os outros dois filhos do casal também eram vítimas de abusos sexuais. Informamos que as diligências irão continuar com o intuito de localizar o padrasto da garota.

PROFESSOR PROPÕE TEMA DE SEXO EXPLÍCITO PARA REDAÇÃO A ALUNOS DO 6o ANO

Professor de escola pública do DF é afastado após pedir redação sobre 'sexo oral e anal' a alunos do 6º ano

Educador usou quadro para escrever expressões de sexo explícito. 'Ele era contrato temporário e foi demitido', diz Secretaria de Educação.

Por Afonso Ferreira e Fabiano Andrade, G1 DF e TV Globo

Professor do DF usou quadro branco para escrever expressões de sexo explícito — Foto: TV Globo/ Reprodução

Um professor de português da rede pública do Distrito Federal foi afastado após dar uma aula sobre sexo, na última quarta-feira (13). Ele usou expressões de sexo explícito para alunos de 12 anos, do 6º ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, da Asa Norte.

O educador pediu para que os estudantes elaborassem uma redação sobre "sexo oral e anal". Ele usou o quadro para escrever as palavras debatidas ao propôr o trabalho para os estudantes.

A Secretaria de Educação do DF informou que o professor é temporário e que ele foi mandado embora. Já o professor Wendel Santana, de 25 anos, reconheceu que escreveu expressões de conotação sexual no quadro da escola e disse que a ideia era mostrar a diferença entre maneiras formais e informais de falar sobre sexo (leia mais ao final da reportagem).

Fachada do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, da Asa Norte. — Foto: TV Globo/Reprodução

Pais revoltados

As crianças fotografaram o conteúdo escrito pelo docente na lousa e gravaram áudios durante a aula. A corretora de seguros Vanessa Damares, mãe de um dos estudantes, disse que ficou chocada com o conteúdo apresentado pelo professor.

"Primeiro que aquilo ali não é educação sexual. Eu acho que aquilo é pornografia, uma coisa vulgar coisa que criança nenhuma merece passar por isso."

Já a administradora Adriana Sarino contou que o filho não conhecia as expressões antes do educador apresentá-las em sala. "Fiquei perplexa porque o meu filho só tem 12 anos e dessas palavras quase nenhuma ele conhecia ainda", afirmou a mãe.

O diretor do CEF 104 e, pelo menos, cinco famílias registraram queixa contra o professor na Polícia Civil.

"O professor de português do 6º ano havia ministrado aula com conteúdos e palavreados completamente inadequados e fora do currículo escolar", diz a ocorrência.

Professor Wendel Santana tinha contrato temporário com a Secretaria de Educação até o fim de 2019 — Foto: TV Globo/Reprodução

O que diz o professor?

O professor Wendel Santana diz que "não recebeu treinamento adequado". Segundo ele, não houve qualquer instrução por parte da escola e o que propôs foi um exercício de linguagem.

"A linguagem que eles trazem pra mim é uma linguagem totalmente informal. Foi isso que eu vi. O exercício que eu propus foi trazer essa informação de linguagem informal e adaptá-la para uma linguagem formal, que é a linguagem da educação de fato", afirmou Wendel.

O que diz a Secretaria de Educação?

A Secretaria de Educação do Distrito Federal disse que vai rescindir o contrato do professor, que é temporário. "As autoridades policiais já foram comunicadas pela direção da escola e os estudantes receberão o devido apoio do Serviço de Orientação Educacional", informou a pasta.

SUGAR BABY - SEXO CASUAL OU PROSTITUIÇÃO

Relacionamento ou exploração? Não é só cena de novela. Cada vez mais pelo mundo afora, milhões de pessoas procuram alguém que pague as contas em troca de sexo, companhia e até afeto.

Por Fantástico

Viagens, mesada e sexo: entenda o mundo das 'sugar baby'

“É, ficou moda, né? Eu sou uma sugar baby. Qual é o problema?”, questiona Fernanda Rizzi, assistente executiva e sugar baby.

Em inglês, "sugar baby" significa "bebê de açúcar". A expressão é antiga e foi criada nos Estados Unidos no início do século passado para definir um relacionamento entre um homem mais velho e com dinheiro - o "daddy", "papai" - e uma jovem - a sugar baby.

Mas é tão atual que foi parar na novela "A Dona do Pedaço". A Sabrina era garota de programa. Fisgou o milionário Otávio e passou a chamá-lo de: sugar daddy. “A Sabrina veio com essa história de sugar, eu acho que uma tentativa do personagem dela, né, de dar um glamour a uma relação antiga, ué, de estar com um homem casado”, comenta o ator José de Abreu.

“Ninguém enganou ninguém. Eles desde o início têm esse acordo muito claro”, comenta a atriz Carol Garcia. Chegou ao ponto de a baby Sabrina ganhar um apartamento do daddy Otávio.

Nos Estados Unidos, faz mais de dez anos que sugar babies e daddies usam as redes sociais e sites especializados nesse tipo de relacionamento. A americana Jennifer Lobo, filha de brasileiros, é dona de um dos primeiros sites sugar do Brasil. “Agora tem mais de 2 milhões de pessoas”, conta.

Babies também procuram daddies em aplicativos de paquera. Um daddy, que não quer ser identificado, diz que é uma troca de favores entre quem quer dinheiro e quem tem dinheiro. “Elas querem uma segurança, querem uma coisa diferente que os meninos ou homens da idade delas não pode fornecer”, diz.

Fernanda conta que tem um daddy francês há três anos. Ela trabalha, e ele só banca mimos de luxo: viagens, jantares, presentes.

“Qual a mulher que não gosta de ganhar uma bolsa? Hipócrita seria a mulher que ‘ah não, eu não gosto de ganhar presente. Eu não gosto de ganhar um sapato que eu vi na loja que custa um valor que seria o meu salário do mês’”, diz a sugar baby.

Mas muitas vezes quem paga se sente dono da relação. Como a empresária Marisa Araújo, que depois de três casamentos se considera uma "sugar mommy" bem resolvida. “Eu gosto de estar no domínio porque eu acho que quando você paga uma conta, você fica numa posição de mais poder. Eu sempre fui assim meio mandona, meio decidida, meio dona da situação. Já dei um celular pra ele, já dei roupa, já dei tênis que ele gosta, daqueles de passear”, conta.

“Assim que eu penso que é um relacionamento sugar. Na hora que ela precisa, 'nossa, eu tô com a minha conta de luz que vai vencer, não tenho dinheiro esse mês', você vai lá e paga pra ela". O daddy de uma baby arrumou um emprego pra ela numa loja de material de construção - o mundo sugar não é necessariamente luxo e riqueza.

“Ele me ajudou a pagar alguns boletos de cartão de crédito, me ajudou com o meu primeiro emprego... Como eu fiquei desempregada recentemente, ele passou a me ajudar com boletos da faculdade. Roupa, joias... Os meus olhos não crescem em relação a isso”, conta a sugar que não quis ser identificada.

E nem todo relacionamento sugar é de exclusividade. “Não falo para ele de outras pessoas, ele não fala pra mim de outras pessoas, e a gente decidiu manter assim”.

“Ele sabe que eu tenho o meu perfil em uma rede social e que eu converso com outras pessoas e que se aparecer alguém... Eu falo: ‘é leilão, né?’. Se aparecer quem dá mais, leva! E é verdade isso!”, diz Fernanda.

Sites sugar pedem a garotas de programa que não se cadastrem neles. Mas críticos desse estilo de vida acham que, na verdade, o que o mundo sugar faz é glamourizar a prostituição, que não é crime no Brasil. O crime é explorar a prostituição.

“Os encontros do tipo sugar são uma forma de prostituição. Tem outros aspectos nessa relação, mas no fim das contas há uma expectativa de que favores sexuais vão ser prestados”, afirma Haley Halverson, vice-presidente do Centro Nacional sobre exploração sexual.

Repórter: "É prostituição ou não é prostituição?"
Jennifer: "Tem nada a ver prostituição. Você não tem que julgar uma mulher como prostituição porque ela quer ser tratada como... Tratada bem, como princesa, alguém que quer fazer isso pra ela. Não tem nada errado em isso".

“Acho que qualquer um que esteja num relacionamento sugar fica vulnerável em termos de violência sexual, e também extorsão sexual ou chantagem, porque a pessoa pode ficar dependente do dinheiro que está recebendo”, explica Haley Halverson.

E, segundo uma baby que não quer aparecer, sites, redes e aplicativos, especializados ou não, podem atrair golpistas. “Os caras só tão querendo nudes. É muito cara prometendo muita coisa. Que não tem condições de cumprir”, diz uma sugar baby.

“A baby não pode ver o daddy como um caixa eletrônico que a hora que ela quer ela vai lá e saca. Como o daddy não pode ver a baby como um produto que ele vai lá e usa a hora que ele quer”, explica o sugar daddy.

O professor de Direito Civil Gustavo Tepedino faz outro alerta: “Se nessa relação for constituída uma união estável, ou seja, um projeto de vida em comum, há uma participação do sugar na metade dos bens construídos durante a vida. Para se evitar a participação de bens, é possível um contrato que separe os bens”.

A sugar mommy Marisa não fez contrato, nem está preocupada com isso.

Repórter: "E se se cansar...".
Marisa: "Troca. É como um aluguel de casa: cansou, é muito melhor alugar do que vender porque, cansou do ambiente, você troca".

Fernanda, sugar baby: "Só que isso tem um preço".
Repórter: Qual é o preço?
Fernanda: Ou você é feliz ou você gosta de coisas sofisticadas.
Repórter: E você?
Fernanda: Eu falo que eu vivo em picos. Porque tem vezes que a gente está junto e eu estou nos melhores restaurantes seja no Brasil, seja em Paris, e eu não estou feliz. Mas eu quero estar ali. Aquilo de uma certa forma me faz bem, me traz uma felicidade instantânea.


“Existe um desequilíbrio de poder entre sugar babies e sugar daddies. Uma pessoa está entrando com todo o dinheiro, são os homens que estão definindo como a relação funciona”, explica Haley Halverson.

7 de novembro de 2019

STF É CONTRA PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA. VOTO DECISIVO FOI DE TOFOLLI

STF derruba decisão que permitia prisão apos condenação em segunda instância por 6 votos a 5

Por Da redação, com Reuters

Toffoli: ministro do STF deu voto decisivo no julgamento (Fellipe Sampaio /SCO/STF/Divulgação)

Brasília — O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a discutir nesta quinta-feira (07) a proposta de revisão do atual entendimento que permite a execução da pena de prisão para condenados em segunda instância. Esta foi a quarta sessão do julgamento, que é considerado um dos mais aguardados do ano.

Foram seis votos contrários a prisão em segunda instância — Marco Aurélio de Mello, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli — e cinco a favor — Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Primeira a votar nesta quinta-feira (07), Cármen Lúcia foi favorável à prisão em 2ª instância. Para ela, “a norma ‘Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória’ não pode ser equiparada a uma vedação de privação de liberdade antes do julgamento dos recursos extraordinário e especial”.

Já o ministro Gilmar Mendes fez um voto crítico à Lava Jato e ao personalismo do julgamento em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode ser beneficiado da decisão.

“Nós discutimos muita essa questão da segunda instância tendo como pano de fundo o caso Lula, que de alguma forma contaminou todo esse debate, tendo em vista essa polarização, o que não foi bom”, disse o ministro.

Ele foi interrompido por Toffoli, que buscou afastar a responsabilidade do STF sobre decidir pela soltura do petista. “A própria força tarefa [da Operação da Lava Jato] de Curitiba, defendeu que Lula já deveria estar fora do regime fechado”, afirmou.

Penúltimo a votar, o ministro Celso de Mello defendeu a prisão após o esgotamento de todos os recursos. O magistrado sustentou que o STF “não julga em função da qualidade das pessoas ou de sua condição econômica, política, social, estamental ou funcional. Esse julgamento refere-se ao exame de um direito fundamental”. 

Para Celso de Mello, o direito precisa considerar o “trânsito em julgado” de acordo com o ordenamento punitivo brasileiro: “É lícito sim decretar-se a prisão cautelar de alguém antes mesmo de oferecida até mesmo uma denúncia ou antes mesmo de proferida eventualmente uma condenação ainda recorrível”, disse. “Portanto, não é correto afirmar-se que somente depois do esgotamento de todas as vias recursais é que se admitirá então o encarceramento ou a possibilidade de prisão”, completou.
Mudanças

Uma eventual mudança do posicionamento da corte poderá tirar da prisão potencialmente 4.895 pessoas no país, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), incluindo conhecidos alvos da operação Lava Jato.

Os ministros do STF têm sido alvo de forte pressão diante da possibilidade de soltar Lula, que está preso desde abril do ano passado, com a eventual mudança de posição adotada em 2016. Mas a corte tem buscado não personalizar o julgamento.

“Que fique bem claro que as presentes ações e o presente julgamento não se referem a nenhuma situação particular”, disse o presidente do STF, Dias Toffoli, logo na abertura da primeira das quatro sessões já realizadas.

A avaliação, interna e fora do STF, é que o humor dentro da corte teria virado em desfavor da Lava Jato — grupo que mais comemorou a adoção da prisão após condenação em segunda instância — após revelações em reportagens desde o início de junho pelo site The Intercept Brasil e parceiros.

As revelações, que foram baseadas em mensagens vazadas entre procuradores do caso e o ex-juiz Sergio Moro, apontam para um conluio para manipular ações da operação. As partes envolvidas negam.
Expectativas

A expectativa era de que houvesse a mudança do atual entendimento do STF para determinar que a execução da prisão de um condenado possa ocorrer somente após esgotados todos os recursos cabíveis, o chamado trânsito em julgado.

O placar era mesmo esperado em 6 votos a 5 em favor da mudança do entendimento, que pode ter se consolidado em razão do voto dado em outra sessão pela ministra Rosa Weber. Ela vinha votando em julgamentos específicos em favor da execução antecipada da pena, em linha com o entendimento atual da corte.

Mas agora, na análise das três ações que tratam do tema do ponto de vista constitucional, a ministra votou pela prisão apenas ao fim dos recursos. Nesse cenário, Lula poderá ser beneficiado com a soltura, uma vez que foi preso em razão de o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ter confirmado a condenação dele no processo do tríplex do Guarujá (SP) pelo então juiz Sergio Moro.

Uma questão a ser discutida é a soltura dos presos beneficiados. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, já defendeu no julgamento que, após uma eventual decisão a favor do trânsito em julgado, sejam expedidos alvarás de solturas de todos os condenados beneficiados.

Contudo, o tribunal deve decidir se uma soltura desses presos é automática ou, por exemplo, precisa ser requerida pela defesa de cada um dos condenados beneficiados pela medida.

Pedido de soltura para Lula

Em nota, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins e Valeska T. Martins afirmam que entrarão com pedido de imediata soltura com base no resultado desse julgamento do STF, “além de reiterarmos o pedido para que a Suprema Corte julgue os habeas corpus que objetivam a declaração da nulidade de todo o processo que o levou à prisão em virtude da suspeição do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato, dentre inúmeras outras ilegalidades”.

“Lula não praticou qualquer ato ilícito e é vítima de “lawfare”, que, no caso do ex-presidente, consiste no uso estratégico do Direito para fins de perseguição política”.

“O julgamento das ADCs concluído hoje (07/11/19) pelo STF reforça que o ex-presidente Lula está preso há 579 dias injustamente e de forma incompatível com a lei (CPP, art. 283) e com a Constituição da República (CF/88, art. 5º, LVII), como sempre dissemos.

Repercussão

Nota de Thiago Turbay, advogado criminalista sócio do Boaventura Turbay Advogados

“O Supremo Tribunal Federal volta ao trilho da Constitucionalidade, revertendo o entendimento majoritário forjado após 2016. A prisão pode ocorrer a qualquer tempo, todavia, se exige os requisitos da prisão cautelar. A antecipação da pena é uma transgressão à norma Constitucional.

A impunidade e a celeridade processual não podem transgredir objetivamente uma ordem de valores subjacentes aos direitos fundamentais. É indefensável, sob a perspectiva da dignidade da pessoa. A decisão coloca freio a um Estado de Espetáculo viabilizado por prisões ilegais, forjadas. Ao final, o STF reconhece seu valor institucional e ignora os Constitucionalistas mais desajustados.”

Nota de Antônio Tovo, advogado penal

“O Supremo resgatou o valor da presunção de inocência ao vedar o cumprimento de pena antes do trânsito em julgado da condenação. Os argumentos de impunidade e de aceleração da Justiça não justificam a fragilização de garantias constitucionais conquistadas a tanto custo. A interpretação de normas não é algo que pode variar ao sabor da opinião pública, ela se presta exatamente para a defesa do público contra os excessos do Estado“.

TRAGÉDIA - FORAGIDO DA JUSTIÇA, HOMEM TENTA ATIRAR EM EX E MATA CRIANÇA DE 10 ANOS

Criança chegou a ser atendida em hospital, mas não resistiu e faleceu.

Por G1 CE

Homem tenta atirar em ex e mata criança de 10 anos no Ceará

Um homem atirou e matou uma criança de 10 anos na cidade de Brejo Santo, no interior do Ceará, quando tentava assassinar a irmã da vítima, ex-amante do autor do disparo. Francisco Leonardo da Silva, 36 anos, não aceitou o fim do relacionamento, há três meses, e tentou matar a ex-companheira, conforme a Polícia Civil.

O homem apontado como autor do tiro que matou a criança foi achado morto com um tiro em uma outra residência, horas após o crime. A polícia investiga se ele cometeu suicídio.

De acordo com o Sargento Carlos Henrique Ribeiro, da Polícia Militar, Francisco invadiu a casa já atirando. A ex-companheira e a mãe dela entraram em luta corporal com o agressor e a criança de 10 anos foi atingida com um tiro no abdômen.

A menina foi socorrida pelo avô e pelo pai do agressor para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.

Quando os policiais chegaram à localidade para atender a ocorrência, encontraram o suspeito em uma casa vizinha com um tiro na cabeça. Ele chegou a ser socorrido para um hospital, mas também morreu. Após buscas no local, os agentes localizaram a arma embaixo de uma árvore, a 10 metros da residência onde ele estava.

Ainda conforme a Polícia Militar, o agressor respondia a seis procedimentos na cidade de São Paulo, incluindo estupro de vulnerável e porte ilegal de arma, e era foragido da Justiça. Ele rompeu a tornozeleira eletrônica que usava e fugiu para o Ceará.

O caso é investigado pela Delegacia Regional de Brejo Santo.

Policiais Militares da cidade de Brejo Santo atenderam a ocorrência durante a noite desta quarta-feira (7). — Foto: Isaac Macedo/Sistema Verdes Mares

Criança de 10 anos morreu com tiro no abdômen — Foto: TV Verdes

PROFESSOR PULA CORDA COM ALUNO CADEIRANTE NO COLO E VÍDEO VIRALIZA

Heitor, de 7 anos, disse que queria brincar da mesma forma que os amigos na escola. Ação foi postada em uma rede social e teve mais de 700 mil visualizações e 16 mil compartilhamentos.

Por G1 Vale do Paraíba e Região


Professor pula corda com aluno cadeirante no colo e viraliza na web

O registro foi feito em uma escola da rede pública de Taubaté (SP) durante a aula de educação física. Em cinco dias a postagem na página do educador teve mais de 700 mil visualizações e 16 mil compartilhamentos (veja vídeo acima).

João Hoffmann é professor de educação física na escola Sítio I, onde Heitor, 7 anos, estuda. Na quinta-feira (31) ele conta que os alunos estavam em um período livre para brincadeiras quando Heitor viu um grupo pulando corda e pediu para pular junto com eles. Em resposta ao pedido, ele pegou o aluno no colo e pulou corda com ele.

A cena foi flagrada por outro professor e postada por João em uma rede social, mas ele explica que a repercussão tomou proporção maior do que o esperado.

“Tento sempre trabalhar de maneira que ele possa ser incluído, para a turma também não colocar limitações para ele. É uma criança com deficiência, mas queria que tivesse aquele momento. Foi um gesto simples, mas que eu sei que para ele fez diferença”, conta o educador.

A mãe de Heitor, Natália Nascimento Magalhães, explica que o comportamento do filho mudou com a iniciativa do professor.

"A aula de educação física sempre foi uma aula que não era tão divertida, os professores acabavam deixando para lá porque ele é deficiente e não tinha como incluir. Agora está sendo muito diferente. Os dias preferidos dele são terça e quinta, quando acontecem as aulas de educação física. O trabalho que o João faz é incrível", disse.

Natália ressalta que é difícil encontrar profissionais que estejam preparados para lidar com crianças com deficiência.

"A criança já passa por uma série de restrições e ter essa inclusão deixa tudo mais leve. Ele se diverte muito, quando tem futebol fica no gol, as próprias crianças passam a ter uma outra visão. Seria bem melhor se todo mundo pensasse assim", explica a mãe.

Inclusão e didática

O professor explica que desde o início do ano está com a turma de Heitor e aplica atividades para que a turma entenda a importância da inclusão. Essa não foi a primeira vez que ele foi filmado em meio a brincadeiras para incluir o aluno cadeirante. Em outro registro, ele aparece brincando de pega-pega com o aluno nas costas (assista abaixo).

Formado em educação física, João trabalhava como personal e preparador físico, mas há dois anos decidiu entrar em sala de aula. Logo de início passou a trabalhar com inclusão e quer continuar atuando na área.

“Fiquei apaixonado pelo trabalho com as crianças pelo poder transformador que a educação tem. Me esforço para dar o melhor, porque eu sei que meu trabalho pode impactar a vida deles para sempre. Não há preço que pague ver o mundo de uma criança ficar maior.”

Professor pula corda com aluno cadeirante no colo e vídeo viraliza na web — Foto: Reprodução/ Facebook

29 de outubro de 2019

RÚSSIA - CRIANÇA CAI EM BUEIRO. MÃE. FICA DESESPERADA

Mãe tenta pegar filha que caiu no bueiro


Bueiros são sempre perigosos principalmente para crianças, ainda mais quando estão destampados ou com a tampa frouxas. Este vídeo mostra o exato momento em que uma mãe está passeando com a filha em um parque de São Petesburgo, na Rússia, e ela é engolida por um bueiro.

Nas imagens dá para ver que quando a menina pisa na tampa, que parece segura, a peça gira e a criança cai. Em uma fração de segundo, a garota desliza pelo buraco e desaparece de vista. Desesperada, a mãe enfia a cabeça no bueiro para conseguir pegar a menina. Pessoas que estavam no parque também vão ajudar. A menina consegue ser resgatada minutos depois.



Estes momentos de pânico foram captados pelo circuito interno de televisão do parque de São Petesburgo e publicadas pelo Daily Mail. Aqui no Brasil, o vídeo está sendo compartilhado em grupos de WhatsApp para alertar os pais sobre o perigo de deixar as crianças pisarem em tampas e bueiro. Vale sempre reforçar o alerta!


25 de outubro de 2019

SANTARÉM/PA - BARRAQUEIROS DE ALTER EXIGEM CONSUMAÇÃO MÍNIMA

B.O. é registrado após exigência de consumo mínimo de R$70,00 em barraca de Alter do Chão

As reclamações quanto aos preços praticados nas barracas das praias de Santarém e Belterra tornaram-se alvo de procedimento do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA). Para os consumidores, a ação representa uma esperança frente aos abusos de alguns comerciantes.

Um dos casos que chegou a ser registrado Boletim de Ocorrência na delegacia de Polícia Civil aconteceu na praia de Alter do Chão, onde segundo o MPPA, foi relatado por uma consumidora que ao fazer o pedido em uma barraca, foi informada que o consumo mínimo no local era de R$70,00. Ao reclamar, foi tratada de forma ríspida pelo atendente. Depois das tratativas, a consumidora aceitou um acordo judicial e obteve o dinheiro de volta.

Esse caso, e as inúmeras denúncias, motivaram a 10ª Promotoria de Justiça Cível de Santarém instaurar procedimento para fiscalizar e acompanhar a ocorrência de práticas abusivas nas relações de consumo nos estabelecimentos e barracas instaladas nas praias de Santarém e Belterra. A promotor de Justiça Túlio Chaves recebeu denúncias de exigência de consumo mínimo e outras que ferem o direito do consumidor.

O procedimento abrange não somente Alter do Chão, mas outras praias da região, pois com a vazante do rio Tapajós, já começou a alta temporada. Além da exigência de consumo mínimo imposta por alguns estabelecimentos, há também cardápios sem preço fixo, com “preço a combinar”, que são práticas vedadas pelo Código de Defesa do Consumidor.

REUNIÃO COM PROPRIETÁRIOS DE BARRACAS

Para instruir a atuação do MPPA o promotor realizou reunião no dia 30 de agosto deste ano, com a presença dos representantes da Associação das Barracas da Restinga de Alter do Chão, que sinalizaram de maneira positiva em relação à adoção de providências para evitar a ocorrência de práticas abusivas, e também o desenvolvimento de políticas voltadas para desenvolver as boas práticas de consumo.

Os proprietários ressaltaram também a necessidade de melhorar a estrutura, como a liberação da estrutura de uma balsa adaptada com banheiros químicos que ficará ancorada na praia de Alter do Chão. O MPPA solicitou à Secretaria Municipal de Turismo que informe o andamento do projeto. A promotoria explicou aos proprietários que os preços e oferta de produtos devem ficar claros ao consumidor. Sugeriu que em lugar de tabelar preços, o que pode configurar cartel, que a Associação estabeleça preços máximos. O procedimento continua em andamento e aguarda respostas aos pedidos de informação feitos pela promotoria.

A beleza natural que chama a atenção de turistas de várias partes do Brasil e mundo sofre permanente com as arbitrariedades daqueles que deveriam se pautar nas estratégias de bom relacionamento com os consumidores. “Preços abusivos pela estrutura humilde que há nessas praias. Sabemos que o alimento em si é muito barato, normalmente pagamos mais, ou menos, pela estrutura oferecida pelo fornecedor. Havendo proibição do público em levar seus itens de consumo, deve-se denunciar imediatamente.

Concordo que as barracas que estão à disposição tenham um dono e um custo, mas a praia é da União, desde que não polua, destrua, ou deixe lixo, todo cidadão pode usufruir da forma que quiser”, diz o consumidor Marcio Bonkoski.

Outro consumidor reclama do atendimento realizado junto aos turistas. “Não é só isso, também os donos das barracas, se consideram também donos da praia, exigem que os frequentadores utilizem aqueles espaços só se houver consumo, além de proibir a entrada de alimentos. Vale a pena ressaltar que as praias são área de marinha, portanto de propriedade e responsabilidade da União”, questiona Rosivaldo.

AÇÃO DE LIMPEZA

Nesta semana, a Prefeitura de Santarém, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) realizou novamente com suas equipes à frente do Projeto Praia Limpa garantindo a limpeza em Alter do Chão.

A equipe percorreu toda a praia e recolheu todo o lixo que foi descartado. “As praias são lugares para lazer e contemplação. Não podemos esquecer que os lugares só permanecem limpos com a colaboração de todos. Esta semana está sendo realizado o Festival de Cinema na vila, então é preciso que o descarte do lixo seja feito de forma correta. Vale ressaltar que nossa equipe já realizou a ação nas praias do Maracanã, Pajuçara e na frente da cidade”, pontuou o titular da Seminfra Daniel Simões.

Por O Impacto

8 de outubro de 2019

ITAITUBA/PA - ELEITOS OS NOVOS CONSELHEIROS TUTELARES. HOUVE APENAS DOIS REELEITOS

Eleição elegeu 5 conselheiros; dois foram reeleitos. Veja!

Quatro dos cinco eleitos. (reprodução)

Itaituba conheceu nesta segunda-feira (7) os conselheiros tutelares eleitos após votação, que aconteceu das 08 às 17h deste domingo (6), no ginásio municipal. A eleição contou com a participação de 29 candidatos, concorrendo c cinco vagas.

Confira a lista dos eleitos

Os cinco conselheiros eleitos.

Os cinco conselheiros eleitos

1- Suely – 1.107
2- Jean da Garapeira -941
3- Aurenice (Nega) -897
4- Clemilson Lopes– 885
5- Sefrain Santos– 834

Os suplentes

6- Da Paz – 769
7- Maria José – 652
8- Sirleide – 567
9- Angêlica – 550
10- Klesimone – 545

Dentre os cinco mais votados, dois foram reeleitos, Nega e Clemilson. Os demais assumirão o cargo em 2020, onde permanecem até o ano 2023, quando uma nova eleição acontecerá.

Fonte: Portal Giro