Desperdício de dinheiro público!

Governo da Prefeita Eliene Nunes Joga dinheiro no ralo em obra que não deu certo 2 vezes (Ponto de Moto-taxi).

AÇÃO SORRISO!

Ajudando A Criar Um Mundo Melhor!

Valmir Climaco, Trabalhando Para Desenvolver a Região!

Bela Orla, calma e serena!

Uma das mais lindas paisagem desta região, o Rio Tapajós!.

7 de novembro de 2018

CUIDADO - VAZAR CONVERSAS DE GRUPO DE WHATSAPP CAUSA DANO MORAL

EXPECTATIVA DE PRIVACIDADE
Vazar conversas de grupo de WhatsApp causa dano moral, decide juiz


Se uma conversa é mantida em grupo privado de aplicativo, é "óbvio e claro" que seus participantes têm expectativa de que ela não seja divulgada. Com esse entendimento, o juiz James Hamilton de Oliveira Macedo, da 4ª Vara Cível de Curitiba, condenou um ex-diretor do Coritiba Foot Ball Club a pagar indenização por danos morais a ex-colegas por ter divulgado conversas que mantiveram num grupo no WhatsApp.

Conversas em grupos de WhatsApp são privadas, decide juiz.
Reprodução

Ele terá de pagar R$ 5 mil a cada um dos oito integrantes do grupo. A ação foi movida por um dos diretores do Coritiba, representado pelo advogado Luiz Fernando Pereira, do Vernalha, Guimarães e Pereira Advogados.

O ex-diretor foi adicionado ao grupo, formado por outros diretores e executivos do clube, quando assumiu o cargo. No grupo, eles faziam piadas e comentavam a política interna do Coritiba — e falavam mal de outros integrantes do clube.

Quando deixou o cargo, o ex-diretor do time saiu do grupo e divulgou as conversas, inclusive a veículos de comunicação. O caso teve grande repercussão na comunidade esportiva, especialmente no Paraná.

“O abuso do direito de informar se deu pela forma como foram divulgadas as notícias, atingindo a imagem pessoal e profissional dos autores. Ora, considerando que as mensagens foram trocas em aplicativo de celular em grupo privado, resta patente que não poderiam ser divulgadas, ressaltando-se, notadamente, que caso quisessem que as mensagens trocadas fossem publicas teriam as partes o feito dessa forma”, disse o juiz.

Clique aqui para ler a decisão 
Processo 0025561-80.2015.8.16.0001


LONGO ALCANCEPostagem em grupo fechado no Facebook também causa dano moral

Mesmo se feitas em grupos fechados do Facebook, publicações em redes sociais se espalham com muita facilidade. Com esse entendimento, a Justiça de Goiás condenou uma mulher a indenizar por danos morais um empresário, eleito tesoureiro do Conselho Regional de Farmácia do estado, por postagem em que o acusava de racismo. Uma amiga da ré também foi condenada por ter compartilhado o comentário. Na decisão, a juíza Viviane Silva de Moraes Azevêdo, também determinou que as postagens fossem removidas.

De acordo com o advogado do empresário, Guilherme Lopes, sócio do escritório Rafael Maciel Sociedade de Advogados, no dia seguinte à sua eleição, seu cliente foi surpreendido quando recebeu de amigos cópias das postagens de uma das mulheres, que também era candidata.

“Uma delas postou informações em um grupo fechado do Facebook e também no Whatsapp de que meu cliente teria cometido atos de racismo contra ela. Já a outra apenas compartilhou a publicação”, conta o advogado.

Guilherme informou na peça que a responsável pela publicação afirmou não ter citado o nome do empresário, e disse que demorou a registrar ocorrência na polícia pelo ato de racismo por causa de problemas particulares. “Entretanto, mesmo que a autora da publicação negue ter dito o nome do meu cliente, ela faz referência expressa ao cargo da eleição e só existia ele concorrendo a este cargo”.

Já a segunda mulher argumentou que apenas partilhou da dor da amiga, sem a intenção de ofender. Diante destas circunstâncias, a juíza Viviane Silva de Moraes Azevêdo ressaltou que esta ação não tem relação com as ações penais em andamento em outro juízo – referindo-se aos crimes de calúnia e racismo – cuja condenação poderá levar a reparação cível.

“Diferente deste processo, onde a reparação pretendida é em razão da publicação e divulgação perante terceiros sem esperar a apuração dos delitos”, destacou na sentença. Sendo assim, a magistrada fixou a indenização de R$ 1 mil para cada uma das mulheres e também a retirada das postagens do Facebook.














SÓ COM AUTORIZAÇÃO ADVOGADOS PODEM ADENTRAR EM GABINETE DE JUÍZES

APENAS COM AUTORIZAÇÃO
CNJ mantém decisão que restringiu acesso de advogados no TJ do Maranhão

O Conselho Nacional de Justiça considerou improcedente o pedido da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil de anular decisão do Tribunal de Justiça local que só permite o acesso de advogados aos gabinetes dos magistrados com autorização.

A decisão foi tomada em um recurso administrativo da OAB-MA que pedia a nulidade de uma determinação de 2014 que restringe o acesso de advogados a balcões de secretarias do TJ-MA. Os profissionais só podem entrar nos gabinetes com autorização de juízes ou dos secretários judiciais. 

O processo foi julgado inicialmente em 2016, no Plenário Virtual, quando foram abertos dois votos divergentes. Em março deste ano, o caso foi levado ao CNJ, mas com a contagem de votos zerada. À época, a ConJur divulgou o descarte dessas divergências. 

Com isso, a decisão considerada unânime — ao ignorar os votos contrários ao do relator Valtércio de Oliveira — foi anulada pela ministra Cármen Lúcia, então presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal. Ela havia afirmado que o julgamento voltaria à pauta "oportunamente".

O caso foi julgado novamente no último dia 23, quando a maioria não deu provimento ao recurso da Ordem. Valtércio de Oliveira manteve seu entendimento de que “não é ilegal o ato que, em nome da ordem dos trabalhos e da segurança de servidores, magistrados e processos, restringe a entrada de pessoas estranhas ao quadro funcional do Tribunal às dependências internas da serventia”

Ainda de acordo com o relatório, a resolução judicial “não impede o exercício da atividade profissional dos advogados e se situa no âmbito da competência e da autonomia do tribunal requerido para regular o funcionamento dos seus serviços”.

“Ausente qualquer prova ou sequer indício de que, desse ato, tenha resultado em cerceio à prática da advocacia perante os órgãos daquela Justiça Estadual”, acrescenta o relator. Restaram vencidos os conselheiros André Godinho, Henrique Ávila e Valdetário Andrade Monteiro. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MA.

Clique aqui para ler a decisão.
PCA 0005105-94.2014.2.00.0000

LAVA JATO - MARCELO ODEBRECHT, MAIS UM MENTIROSO AFIRMA QUE LULA É DONO DO ATIBAIA

Reforma de sítio era para 'pessoa física de Lula', diz Marcelo Odebrecht

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Jornal do Brasil em sua edição das 21 horas de hoje, 07/11, informa que em interrogatório nesta quarta-feira, 7, o empresário Marcelo Odebrecht, delator da Operação Lava Jato, afirmou que as reformas do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, estavam ligadas à "pessoa física" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista é réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, por supostamente ter recebido propinas da Odebrecht e da OAS em reformas e melhorias da propriedade rural. Ele será interrogado no dia 14. O empreiteiro também é réu neste processo.

À juíza federal Gabriela Hardt, sucessora de Sérgio Moro nos processos da Lava Jato, o empreiteiro contou que soube do sítio de Atibaia quando "a obra já estava em andamento", em 2010. Odebrecht citou o ex-executivo do Grupo Alexandrino Alencar e seu pai Emílio Odebrecht.

"Deve ter sido lá para final de dezembro, em algum momento eu soube não sei se por Alexandrino, pelo meu próprio pai ou por alguém que eu me encontrei. Em algum momento eu soube, no início, eu, inclusive, reagi, fui contra por duas razões específicas. Eu até reclamei porque primeiro eu achava que era uma exposição desnecessária, porque seria até então, fora a questão que eu já sabia que havia, que eu também tinha me posicionando contra, mas que era uma coisa bem antiga, que era o assunto do irmão, o apoio ao irmão, mas pelo que eu soube era uma coisa bem antiga e que foi renovado, chegou um momento eu acho que acabou, fora essa questão, seria a primeira vez que a gente estaria fazendo uma coisa pessoal para o presidente Lula", disse.

Ele citou a história de um terreno em São Paulo que sua empreiteira iria adquirir para supostamente alojar as dependências do Instituto Lula - episódio que sustenta uma outra acusação da força-tarefa da Lava Jato contra o ex-presidente.

"Até então, por exemplo, tinha tido o caso do terreno do Instituto. O terreno do Instituto, bem ou mal, era para o Instituto Lula, não era para a pessoa física dele (Lula)", seguiu Odebrecht em seu relato à juíza.

"Quando eu vi lá, que eu soube, tinha um bando de gente trabalhando na obra (do sítio). Quer dizer, a dificuldade de você manter isso em sigilo, em algum momento vazar, era enorme. Outra coisa, que é uma coisa mais pragmática, eu tinha uma discussão com meu pai, que o alinhamento que eu tinha com ele era de que tentasse todo acordo que ele fizesse com Lula, passar pelo contexto da planilha Italiano. Quer dizer, a conta corrente que eu tinha com Palocci, para que a gente não pagasse duas vezes."

O ex-presidente está preso em Curitiba desde 7 de abril. Ele cumpre pena de 12 anos e um mês de reclusão, no processo do caso triplex, também por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O petista nega enfaticamente ter recebido valores ilícitos da empreiteira.

Durante a audiência, Gabriela Hardt perguntou a Marcelo Odebrecht se Lula "tinha ciência da reforma que estava sendo custeada em parte pela Odebrecht".

"Ah tinha, com certeza. E, olha, ele sabia que tinha. Eu não escutei isso de Lula, mas meu pai sempre deixou isso claro para mim que ele sabia que estava sendo custeado e, dentro de casa, todos nós entendíamos que aquele sítio era de Lula", disse o delator.

"O que eu soube foi que esse pedido chegou via Alexandrino, foi autorizado por meu pai e a obra era para o sítio do presidente. Não entrei nos outros detalhes."

O ex-presidente Lula nega ser o dono do sítio.

Crocodilo

Em outro trecho de seu interrogatório, o empresário disse que reclamou com seu pai sobre "valores muito altos" que o PT, via ex-ministro Antônio Palocci, pedia ao grupo. Numa dessas ocasiões, o patriarca da Odebrecht teria dito ao próprio Lula que o pessoal do PT ia "da boca de jacaré para boca de crocodilo".

"De fato, em vários momentos reclamei de valores muito altos. Falei com meu pai e, de alguma maneira, ele ia lá e reclamava com o Lula. De fato, não foi uma ou duas vezes só que fui reclamar com meu pai das demandas do Palocci, mais o Palocci, que estavam muito altas."

A juíza questionou Marcelo Odebrecht se, em determinada reunião, houve discussão sobre contratos de interesse da empresa.

"Eu não diria contratos, na verdade, a gente tratou os temas. A gente nunca discutiu, eu, acho que meu pai também, nunca discutiu detalhe de contrato com o presidente. A gente foi discutindo, a agenda é bem clara", disse.

"Foram os temas que a gente achava relevante da relação, seja da Odebrecht com o Governo, seja da Odebrecht com outros países de Geopolítica brasileira, alguns temas que a gente sempre levava para contribuir com o presidente de maneira institucional, com o país. Quer dizer, não foi nada a ver com contrato. Eu, pelo menos, eu acho que, meu pai também, nunca discutimos contratos, essas coisas, com os presidentes."

A magistrada perguntou a Odebrecht se, no início do Governo Lula, ele participou de reuniões para "reclamar de dificuldades com diretoria de Petrobras".

"Não, não participei dessas reuniões. Essas reuniões foram mais no contexto da Braskem. Em relação à Petrobras, por exemplo, eu tinha uma discordância com meu pai. Eu sempre entendi que Petrobras devia ser tratada pelos executivos que lidavam com a Petrobras, junto aos diretores. Se isso incluía fazer contribuição política, eles que deviam avaliar", relatou.

"Eu nunca levei, nunca tratei esse assunto Petrobras por cima, digamos assim. Eu achava que isso devia ser conduzido pelos executivos. Meu pai tinha uma visão um pouco diferente. Ele gostava do tema Petrobras, principalmente relativo a relação Petrobras com Braskem, então, ele costumava ter o tema Petrobras na agenda dele com o presidente. Não estou dizendo que tratava-se nada ilícito, mas que o tema Petrobras de modo geral, na agenda com o presidente."

Durante a audiência, o Ministério Público Federal perguntou ao delator se ele sabia que os "líderes empresariais tinham que efetuar pagamento no interesse do PT, PMDB, PP, no âmbito das diretorias da Petrobras".

"Eu seria ingênuo se eu dissesse que eu não sabia. Eu confirmo que eu tinha ciência", declarou.

1 de novembro de 2018

DEPUTADO ERALDO PIMENTA (MDB), HOMEM DE CONFIANÇA DE HÉLDER, PODE SER O NOVO PRESIDENTE DA ALEPA

Eraldo Pimenta poderá ser o novo presidente da Alepa

O deputado estadual Eraldo Pimenta, do MDB, que foi reeleito para exercer seu segundo mandato na Assembléia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), com uma votação expressiva, alcançando 43.605 votos, mostrou que é a maior referência política na região da Transamazônica e Santarém-Cuiabá, sem falar de seu apoio incondicional a Helder Barbalho, também do MDB, que foi eleito governado do Pará.

Por seu prestígio na região, por seu brilhante trabalho na atual legislatura e por sua lealdade ao governador Helder Barbalho, tem todas as condições para ser o próximo presidente da Alepa.

Em batepapo rápido com os deputados estaduais sobre a sucessão na presidência da Assembléia Legislativa do Pará, sobre quem deverá presidir a casa no próximo ano, constatamos que um dos nomes que surge com maior força é o do emedebista Eraldo Pimenta, eleito o mais votado da “Bancada da Resistência” composta hoje por 6 deputados, 5 reeleitos, e 1 novo eleito (deputado Shamonzinho).

Segundo parlamentares, um dos pré-acordos seria que o mais votado da bancada da resistência, que foi oposicionista ao governador Simão Jatene seria o escolhido (antes 8 deputados, …).

Eraldo Pimenta foi Vereador, presidente da Câmara de Vereadores de Uruará, Prefeito de Uruará por duas vezes, Deputado Estadual eleito e agora reeleito para o segundo mandato, como o mais votado da “Bancada da Resistência dos que se reelegeram.

Mas não é apenas o currículum e a trajetória política do Deputado que fizeram com que os deputados dessem suas opiniões em favor de Eraldo Pimenta para ser o novo presidente da ALEPA. O motivo principal seria a forma conciliadora e articulada que tem com os parlamentares, somada à fidelidade que sempre manteve a Helder Barbalho e, também, ao fato de ser um dos homens de confiança do Governador eleito.

“Em um primeiro ano do primeiro governo, Helder Barbalho precisará, acima de tudo, ter alguém de sua máxima confiança no cargo, portanto, esse nome é Eraldo Pimenta”, disse um antigo parlamentar da Alepa.

Nossa reportagem entrou em contato com o deputado Eraldo Pimenta, por telefone, e o mesmo não quis falar muito sobre o assunto, mas com humildade enfatizou: “Estou à disposição do amigo e Governador eleito Helder Barbalho, por um projeto de desenvolvimento pelo nosso querido Pará. Qualquer que seja a decisão do mesmo, estarei de qualquer forma junto, fiel e trabalhando com ele. A decisão final sempre foi e sempre será dele. O nosso Líder é Helder Barbalho. O que juntos queremos, independente de cargos, é que façamos deste novo mandato, um Pará melhor daqui pra Frente, e transformá-lo em um Estado dos nossos sonhos…”, disse Eraldo Pimenta

NO 2º TURNO VOTOS DOS PETISTAS FORAM PARA O CANDIDATO DO DEM

Com grandes investimentos na campanha do Governo do Estado na Região e a parceria escancarada provada nos resultados do 2º turno, mostra que o PT votou em massa no candidato derrotado Márcio Miranda, do Dem.

Por exemplo, no município de Uruará, no 1º Turno, Helder Barbalho obteve 62% dos votos e Marcio Miranda 25%. No 2º Turno, Helder Barbalho, com muito trabalho, cresceu 4º, ficando com 67% dos votos; mas Márcio Miranda cresceu 8%, ficando com 33% dos votos.

No município de Altamira aconteceu a mesma coisa. No 1º Turno, Helder Barbalho obteve 55% dos votos e Márcio Miranda obteve 28% dos votos. No 2º Turno, Helder Barbalho não cresceu nada e Márcio Miranda cresceu absurdos 15%, ou seja, o voto do Partido dos Trabalhadores foi todo para o candidato do DEM. Isso aconteceu em todos os municípios da região Oeste, somente no município de Jacareacanga que Márcio Miranda não teve sua votação crescida. Confira no Mapa:



Por: Jefferson Miranda

Fonte: RG 15/O Impacto

30 de outubro de 2018

BRASIL - MPF INDICIA PROFESSORA QUE É CONTRA DOUTRINAÇÃO PETISTA EM SALA DE AULA

MP abre inquérito para inibir intimidação de deputada a professores

(Foto: Reprodução/Facebook)

O MPF (Ministério Público Federal) instaurou inquérito civil para apurar a suposta intimidação a professores do estado de Santa Catarina, por parte da deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PSL-SC), eleita no último pleito.

Segundo o MPF, ela estaria conclamando estudantes a realizar filmagens do que denomina professores doutrinadores, que, inconformados e revoltados com o resultado da eleição para presidente da República, fariam das salas de aula auditório cativo para suas queixas político-partidárias.
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Ainda segundo as acusações, ela estaria insuflando os estudantes a filmar e gravar todas as manifestações que, em seu entendimento, seriam político-partidárias ou ideológica (sic).

O responsável pelo inquérito é o procurador da República no município de Chapecó (SC) Carlos Humberto Prola Júnior.

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Aula de doutrinção com ofensas aos alunos - 1*

Como diligências iniciais foram juntadas cópias de mensagens em redes sociais postadas pela deputada e expedida minuta de recomendação às instituições de ensino superior da região e gerências regionais de educação.
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Professora dá aula com camisa do MST e convida alunos para ingressarem na seita - 2*
Na minuta, o MPF recomenda que essas instituição se abstenham de qualquer atuação que represente violação aos princípios constitucionais da educação nacional, de liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber e de pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

MPF determinou que se expedissem ofícios ao Instituto de Ciências Humanas e à Reitoria da UFPel. | Divulgação/UFPel.
"Em postagem no Facebook, a professora chama os alunos, que classifica como “golpistas”, de “grotescos e escrotos” e declara ter “ódio de classe” - 3*

O MPF considera ainda que a conduta da deputada eleita, além de configurar flagrante censura prévia e provável assédio moral em relação a todos os professores do estado de Santa Catarina das instituições públicas e privadas de ensino, não apenas da educação básica e do ensino médio, mas também do ensino superior afronta claramente a liberdade e a pluralidade de ensino.

A deputada pediu aos estudantes catarinenses na noite de domingo (28) que denunciem professores que façam queixas político-partidárias em virtude da vitória do presidente [Jair] Bolsonaro [PSL].

Muitos professores doutrinadores estarão inconformados e revoltados. Muitos não conseguirão disfarçar sua ira e farão da sala de aula uma audiência cativa para suas queixas político-partidárias em virtude da vitória do Presidente Bolsonaro, escreveu, em sua página no Facebook, pouco depois de confirmada a eleição do presidenciável.

Ela pediu que os estudantes filmem ou gravem as manifestações, e encaminhem para a sua equipe, com o nome do professor, da escola e da cidade.
Segundo a professora, não há conflitos entre moradores da região e integrantes do acampamento | Jonathan CamposGazeta do Povo
Professora leva alunos para visitar acampamento pró Lula, como aula complementar - 4*

Em entrevista à Rádio Chapecó, nesta segunda (29), Campagnolo disse que seu celular não parou nem um minuto desde a divulgação. As pessoas estão, em todo o Brasil, desesperadas para achar um canal para se defender disso, afirmou.

Para ela, a doutrinação ideológica e partidária nas escolas é um problema grave, e contribui para o baixo desempenho dos alunos brasileiros, na comparação com a média mundial. Ela afirma que alunos são constrangidos por professores em sala de aula, e diz que quer atuar para reduzir o problema em seu mandato como deputada estadual.

Professora de História, Ana Caroline Campagnolo publicou, entre outros trabalhos acadêmicos, os seguintes textos: "Vamos falar sobre desinformação e a perniciosa mania de fazer a cabeça dos alunos"; "A pesquisa histórica no estudo das relações de gênero conforme os desafios e olhares do uso de processos judiciais como fonte"; "O crime de sedução nas décadas de 1970 e 1980 a partir do estudo de inquéritos policiais do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina".

A deputada eleita processa uma ex-professora na Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) por perseguição ideológica e discriminação religiosa, em um episódio emblemático da polêmica em torno do Escola sem Partido. Ela foi eleita com 34.825 votos.

A reportagem não conseguiu ouvir a deputada.

(Folhapress)

RIO DE JANEIRO - NOVO GOVERNADOR QUER CONTRATAR SNIPERS PARA ABATER CRIMINOSOS.

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Imagem: Internet

Witzel quer usar snipers para abater criminosos com fuzis.

Wilson Witzel, governador eleito do Rio, afirmou hoje à GloboNews que quer treinar atiradores de elite para abater criminosos em favelas da capital fluminense.

O ex-juiz alegou que dificilmente esses policiais atiram em inocentes. “Raramente sniper atira em quem está de guarda-chuva. E muito menos em quem está com furadeira. Nesses casos, eram militares que não estavam preparados para esse tipo de missão.”

“Hoje, na Cidade de Deus, um helicóptero filmou cinco elementos armados de fuzis. Ali, se você tem uma operação em que nossos militares estão autorizados a realizar o abate, todos eles serão eliminados”, acrescentou.

29 de outubro de 2018

AMAZONAS - PERFIL DO PARAENSE DE SANTARÉM QUE VAI GOVERNAR O ESTADO DO AMAZONAS



Candidato a governador do Amazonas. O novo que vem do povo!

A história do jornalista Wilson Lima revela a saga dos brasileiros que decidiram investir sua vida na Amazônia. Seus pais eram nordestinos e suas famílias decidiram tentar a vida na região. Uma parte foi para o município de Itaituba, no Pará, enquanto outra parte veio para Manaus. 

Seu pai foi trabalhar no garimpo e Wilson nasceu em 1976 no município de Santarém.

Aos 12 anos já trabalhava no comércio e na banca da feira para ajudar seus pais e seus cinco irmãos. Nesta época começou a estudar inglês. Duas metas ele tinha: falar inglês e trabalhar no rádio, uma paixão que tinha desde pequeno.

Com 15 anos já era monitor e posteriormente professor de inglês no Centro Educacional Anchieta e na escola Semente do Saber. Nesta ocasião, teve sua primeira experiência no rádio com seu próprio programa. Aos 17 anos foi trabalhar numa agência de viagens quando fez o curso de Gestão Turística o que o levou a ser assessor técnico da Secretaria de Turismo da Prefeitura de Itaituba por quatro anos. Manteve, assim, três atividades conjuntas: professor de inglês, radialista e assessor de turismo. Nesta época iniciou os estudos na Faculdade de Letras, curso que não concluiu. 

Com 25 anos foi convidado para ser locutor comercial da TV Record Itaituba e apresentava um programa jornalístico. Com o sucesso do seu trabalho é convidado para trabalhar na TV Tapajós, afiliada da TV Globo em Santarém. Ficou lá dois anos. Seu sonho era trabalhar em Manaus e encontrar a parte da família que se instalou na capital amazonense. 

Seu pai está sepultado em Manaus e sua avó aqui residiu desde a década de 1960. Essa intensa memória afetiva fez Wilson morar definitivamente em Manaus em 2006. 

Logo na primeira entrega de currículo foi convidado para trabalhar na TV A Crítica onde assumiu, como repórter, destacando-se ao abordar a vida sofrida do povo mais necessitado. Neste período foi fazer Jornalismo no Centro Universitário Nilton Lins, ocasião em que mantinha programa no rádio das 6h às 8h e, ao meio dia, já estava na sua jornada na TV. 

Em 2010 assumiu o programa Alô Amazonas tornando-se líder de audiência no Estado. Por intermédio do seu programa, deu voz aos mais necessitados e obrigou os poderosos a implementar políticas públicas para as comunidades mais carentes. Isso também lhe possibilitou conhecer como ninguém as necessidades do povo amazonense. Foi quando começou a procurar especialistas em políticas públicas e a estudar sobre o tema e a elaborar estratégias para debater com a sociedade soluções para os graves problemas do Estado do Amazonas. 

Hoje, aos 42 anos, casado, pai de dois filhos, o jornalista Wilson Lima decidiu servir ao Estado do Amazonas como pré-candidato ao Governo do Estado, preparado que está para enfrentar os desafios de gerar qualidade de vida para o povo amazonense. Como ele mesmo diz: “quando fui para o rádio aos 15 anos passei a ter consciência de que precisamos transformar a vida das pessoas como jornalista e agora como homem público”, conclui.

Via Facebook