Desperdício de dinheiro público!

Governo da Prefeita Eliene Nunes Joga dinheiro no ralo em obra que não deu certo 2 vezes (Ponto de Moto-taxi).

AÇÃO SORRISO!

Ajudando A Criar Um Mundo Melhor!

Valmir Climaco, Trabalhando Para Desenvolver a Região!

Bela Orla, calma e serena!

Uma das mais lindas paisagem desta região, o Rio Tapajós!.

21 de setembro de 2018

BRASIL - CICLISTA É ATROPELADO POR MOTORISTA DE 13 ANOS. MAS SOBREVIVIE

Ciclista escapa com vida após ser atropelado e arrastado por carro dirigido por menina de 13 anos; Flagrante foi registrado na tarde de quarta-feira (19) no bairro Cehab, em Itaperuna, no RJ.

Por G1 — Norte Fluminense e Região

Ciclista é atropelado e arrastado por um carro em Itaperuna, no RJ

Um ciclista de 52 anos escapou, milagrosamente, com vida após ser atropelado e arrastado por um carro conduzido por uma adolescente de 13 anos na tarde desta quarta-feira (19) no bairro Cehab, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O acidente foi registrado por uma câmera de segurança.


Tanto a adolescente quanto o ciclista ficaram em observação no Hospital São José do Avaí, mas já tiveram alta médica.

No canto esquerdo do vídeo, o ciclista aparece entrando em uma rua. Logo depois o carro faz a curva na mesma rua e bate em cheio na bicicleta.

O ciclista é jogado para o capô do carro e é levado por alguns metros. O automóvel só para quando bate em uma árvore e no portão de uma casa. Logo depois, a motorista sai do carro pelo lado do passageiro e cai no chão.
Carro dirigido por jovem de 13 anos ficou com a frente destruída. Motorista saiu andando após ser atropelado — Foto: Cléber Rodrigues/Inter TV

Segundo a Polícia Civil, a adolescente, que estava usando o veículo dos pais sem autorização, foi autuada por ato infracional análogo à lesão corporal culposa na direção de veículo, além de dirigir sem ter carteira de habilitação.

O caso está sendo investigado pela 143ª Delegacia Legal de Itaperuna.


Ciclista é atropelado fica embaixo do carro e nasce de novo

GOLPE - NOIVO FORJA SEQUESTRO PARA FUGIR DE CASAMENTO

Polícia investiga homem que dizia ser embaixador da ONU e forjou o próprio sequestro para fugir do casamento. Noiva procurou a polícia em Rio Preto (SP) para informar que o noivo tinha sido sequestrado, mas a investigação apontou que ela tinha caído em um golpe.

Por G1 Rio Preto e Araçatuba

Polícia investiga homem que forjou o próprio sequestro para fugir de casamento

De acordo com o delegado José Luiz Barboza Júnior, a vítima registrou um boletim de ocorrência no distrito policial alegando que o noivo, Marcelo Henrique Morato Castilho, de 34 anos, havia sido sequestrado um dia antes do casamento.

Durante a investigação, a polícia constatou que o caso era de estelionato. “Nós passamos a apurar melhor os fatos verificando a documentação apresentada pela própria vítima e fazendo conexão com um caso anteriormente investigado aqui pelo DP”, explica.

“Levantamos que ele é uma pessoa que se intitula ex-magistrado, ora diplomata, ora embaixador da ONU. As informações ainda são passíveis de melhor apuração, mas que a princípio não são verdadeiras.”

Ainda segundo Barboza, ao se aproximar da vítima, o estelionatário mostrou requinte e deu sinais de ser culto e articulado.

“Ele convencia a vítima de que participava de um ciclo diferenciado na sociedade. Ao estabelecer o casamento, ele solicitava coisas requintadas, de altíssimo valor, que eram bancadas pela família da própria vítima. A partir daí se acreditava que grandes nomes da sociedade compareceriam no casamento, que seria feito com luxo e sofisticação. Mas no momento do casamento o noivo não apareceria”, conta.

O suspeito, que seria advogado e teria um imóvel em Rio Preto, não foi localizado pela polícia e está sendo procurado.

Essa seria a segunda vez que o estelionatário aplica o mesmo golpe na cidade. O primeiro, datado de 2016, corre em segredo de Justiça.

16 de setembro de 2018

CASO CAIMA - BRIGA ENTRE HERDEIROS PERPETUA CRISE

Briga entre herdeiros acirra crise do grupo cimenteiro João Santos

Por Marina Falcão | Do Recife


Com nove de suas 11 fábricas de cimento paralisadas, o Grupo João Santos, dono da marca Nassau, enfrenta hoje não apenas a crise do setor, mas uma acirrada disputa entre os seus sócios-herdeiros.

Integrantes da família que estão fora da condução dos negócios acusam os dois presidentes do grupo - os irmãos Fernando e José Santos - de estarem, supostamente, dilapidando o patrimônio da companhia em benefício próprio. Os acusados negam. Mas os herdeiros descontentes não param por aí.

Nas últimas semanas, um dossiê de 91 páginas foi enviado para Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho em Pernambuco, onde o Grupo João Santos é sediado. O material também acusa a diretoria do grupo de crimes como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, fraudes à execuções trabalhistas e formação de quadrilha. Não foram incluídas provas no dossiê.

Falecido em 2009, com quase 102 anos, o patriarca João Santos teve seis filhos, dos quais quatro estão vivos. Pouco antes de morrer, o empresário, que deixou ainda 15 netos, fez um arranjo em que a condução dos negócios da família ficou exclusivamente nas mãos de Fernando e José, hoje com 71 e 80 anos, respectivamente.

Pelo estatuto do grupo, os irmãos Santos só podem ser retirados da gestão com voto de 75% do capital da empresa. Juntos, os dois têm cerca de 32%. Na prática, enquanto estiverem do mesmo lado da briga familiar, os irmãos não podem ser retirados do poder.

O demais acionistas - as irmãs Ana Maria, 76 anos, e Maria Clara Santos, 73 anos, e os netos do patriarca - são detentores dos demais 68% do capital da empresa. Embora tenham a maior parte do capital, têm os poderes limitados pelo estatuto.

Esse braço da família é que elaborou as denúncias e as encaminhou às autoridades.

Segundo um membro da terceira geração da família e um dos responsáveis pelo dossiê, os sócios reclamam que estão assistindo ao fim do grupo familiar de mãos atadas e querem uma porta de saída. "É melhor um fim horroroso do que um horror sem fim", diz um dos netos de João Santos.

Mesmo que suas ações lhes conferissem poderes de controladores, dificilmente haveria hoje compradores dispostos a pagar por elas. No mercado financeiro, o grupo é tido como mau pagador e se comenta que a gestão da empresa está à deriva, com o grupo atolado em dívidas bilionárias.

No entanto, não se sabe ao certo qual é a real situação das contas do João Santos, que não publica suas demonstrações financeiras consolidadas e nunca teve balanços avaliados por uma auditoria externa independente. Até seis meses atrás, o grupo tinha um diretor financeiro com 93 anos, fato que é um dos vários motivos de insatisfação dos herdeiros.

O João Santos chegou a faturar R$ 3 bilhões em 2010, mas hoje esse valor não chega a R$ 1 bilhão com apenas duas de suas fábricas em funcionamento - uma em Mossoró, Rio Grande do Norte, e outra em Capanema, no Pará - e outros negócios menores na área de comunicação (Rede Tribuna), papel e celulose, açúcar, transportes e mineração. 

A dívida fiscal do grupo superaria hoje R$ 8 bilhões, dos quais quase R$ 5 bilhões já estariam inscritos na dívida ativa da União.

Dívida com a União superaria hoje R$ 8 bilhões, dos quais quase R$ 5 bilhões já estariam inscritos na dívida ativa

O valor teria chegado a esse patamar porque o grupo, depois de pagar a maior parte da sua dívida bancária ainda nos anos 90 com a venda de uma fábrica em São Paulo (Ribeirão Grande, que acabou em mãos da Votorantim), adotou como prática "se financiar" por meio de sonegação fiscal, afirma o dossiê.

Fernando e José são empresários reclusos. Ao Valor, falaram por intermédio de seu advogado, Taney Farias, do escritório Farias e Moreira Advogado. Farias diz que um estudo recente feito internamente mostra que a dívida com o Fisco está em torno de R$ 1,5 bilhão e que todos os esforços têm sido feitos para reduzi-la. Ele afirma ainda que o grupo usou a totalidade dos recursos de uma indenização de R$ 200 milhões para amortizar o débito fiscal não de uma, mas de quatro de suas empresas.

A dívida trabalhista total do grupo é calculada pela Justiça em R$ 60 milhões. Na semana passada, a juíza Andrea Keust Bandeira, do Tribunal Regional do Trabalho da 6 Região, determinou o pagamento imediato de todo esse passivo, responsabilizando os sócios subsidiariamente pela quitação do débito.


O grupo João Santos é composto por 47 empresas, algumas inativas. Segundo o dossiê, por meio de contratos de mútuo (empréstimos entre partes relacionadas), o atual gestão está driblando as execuções trabalhistas. "Esses empréstimos estão devidamente contabilizados e servem para socorrer o caixa das empresas em mais dificuldade", defende o advogado dos controladores.

Débora Tito, procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT) discorda. Ela diz que na seara trabalhista fica evidente um processo de dilapidação patrimonial. "Para não trazer isso à luz, os gestores se recusam a entrar com pedido de recuperação judicial. Identifica-se atualmente que eles estão mandando patrimônio do grupo para empresas de fora dele para dificultar a execução da sentença", afirma a procuradora.

Débora acredita que, no mínimo, caberá a José e Fernando uma condenação por crime contra a organização do trabalho. Ela enviou o dossiê sobre os irmãos ao Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF-PE), mas diz que a investigação está sob sigilo. Oficialmente, o MPF informou que não há inquérito instalado sobre o assunto até o momento. A Polícia Federal também foi oficiada pela Justiça do Trabalho sobre parte das denúncias do dossiê, mas diz que "não comenta possíveis investigações em andamento'.

Com a Cimento Nassau como principal negócio, grupo conta hoje com 7 mil funcionários, metade do total de 2013

Segundo o dossiê, José e Fernando têm bancado despesas de empresas de seus familiares às custas do grupo. Além disso, eles teriam estabelecido para si salários de mais de R$ 20 milhões anuais cada um, enquanto suspenderam a "remuneração a título de conselho consultivo" dada às irmãs, espécie de "mesada" estabelecida porque a empresa não estava obtendo lucro para distribuir dividendos.

Os acionistas do dossiê dizem que tiveram acesso à declaração de imposto de renda dos irmãos Santos com a ajuda de funcionários do grupo. Entre 2010 e 2015, o patrimônio de Fernando Santos declarado à Receita Federal teria crescido R$ 86 milhões para R$ 134 milhões, considerando também o de sua esposa.

O dossiê também denuncia uma suposta repatriação fraudulenta ocorrida em 2009, logo após a morte de João Santos. Na ocasião, empresas do grupo teriam recebido empréstimos que somam US$ 80 milhões de um private banking suíço chamado Clariden Leu. Seria, na versão dos autores da denúncia, uma operação de lavagem de dinheiro, uma vez que o valor jamais teria sido amortizado e tampouco teria havido o pagamento de juros. "Toda a operação foi feita dentro da legalidade com registro do Banco Central", rebate o advogado do grupo.

O Clariden Leu foi comprado posteriormente pelo Credit Suisse, que disse "atuar de acordo com todas as leis dos mercados nos quais opera" e "que não comenta sobre especulações envolvendo possíveis relacionamentos com clientes".

O grupo João Santos tem hoje cerca de 7 mil funcionários, metade do que tinha em 2013. A capacidade instalada de produção de cimento do grupo é de 8,4 milhões de toneladas ao ano. As suas 11 fábricas, embora com localização estratégica, não foram modernizadas ao longo das últimas décadas. Uma delas, segundo pessoa com conhecimento do assunto, é a única ainda existente na indústria no país que opera por via úmida, uma tecnologia totalmente obsoleta no setor.

Segundo o advogado Taney Farias, o grupo não pede recuperação judicial porque avalia que pode "coser com suas próprias linhas", pois o patrimônio que tem seria superior ao total dos seu passivo. Além disso, a dívida bancária seria "pequena", de acordo com ele, e débitos fiscais não são incluído em processos de recuperação judicial.

O Brasil tem uma capacidade instalada de produção de 100 milhões de toneladas de cimento ao ano, mas encerrou 2017 com pouco mais da metade utilizada. Atualmente, há uma ociosidade de 47% do parque fabril. A previsão do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) é de que este seja o quarto ano de retração da indústria, com decréscimo de 1% a 2% nas vendas.

Via Revista Valor.

11 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018 - SAIU A PESQUISA ESPONTÂNEA PARA DEPUTADO FEDERAL

Éder Mauro e Cássio lideram pesquisa da Doxa para deputado federal; confira os demais nomes.

A consulta está registrada no TRE sob o nº Nº PA -08758.

Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília

A Doxa publicou hoje sua primeira pesquisa no Pará para o cargo de deputado federal. O estado tem direito a 17 vagas na Câmara dos Deputados, em Brasília.

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 a 6 de setembro com uma amostra de 1.896 entrevistas, tendo como margem de erro de 2,2% para menos, ou para mais do resultado final e está registrada no TRE sob o nº Nº PA -08758 /2018. 

A pesquisa é do tipo espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidatos. O pesquisador anota apenas o que foi dito pelo eleitor que participou da consulta. A pesquisa mostra que 65,8% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado federal.

A Doxa fez a consulta nas seis mesorregiões do Pará – Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó, contemplando 40 municípios.

Veja abaixo a relação dos mais mencionados na pesquisa da Doxa.



Fonte: Blog do Jeso Carneiro

VAZA VÍDEO DE DEPOIMENTO DE ADÉLIO, HOMEM QUE ESFAQUEOU BOLSONARO

Agressor de Bolsonaro diz que deu "resposta a ameaças" do candidato e vídeo do depoimento da audiência de custódia vazou nas redes sociais.

Resultado de imagem para IMAGENS DE ADELIO

Com frases pausadas e bom vocabulário, Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou Jair Bolsonaro na última quinta-feira (6) em Juiz de Fora (MG), disse que "pretendia dar pelo menos uma resposta, um susto" ao candidato do PSL à Presidência.

Referindo-se ao ataque como "incidente" e "imprevisto" e sem citar nenhuma vez o nome de Bolsonaro, o agressor deu a seguinte explicação: “Eu, como milhões de pessoas, pelos discursos da pessoa referida [Bolsonaro], me sinto ameaçado literalmente, como tantos milhões de pessoas. Aquela certeza de que cedo ou tarde ele vai cumprir aquilo que está prometendo tão veementemente pelo país todo, contra pessoas como eu exatamente.”

O video em que Adélio Bispo fala pela primeira vez foi gravado durante a audiência de custódia, ocorrida na última sexta-feira (7) em Juiz de Fora, e está disponível nas redes sociais.

Ele admite ter cometido o atentado por motivos políticos e religiosos. Revela também, perguntado pelos advogados de defesa, que não tem tomado medicações psiquiátricas. Ele também afirmou que, desde o momento em que foi preso, sofreu em Juiz de Fora "humilhações verbais" e agressões de agentes prisionais supostamente simpatizantes de Bolsonaro.

Adélio foi indiciado na Lei de Segurança Nacional pela Polícia Federal, por admitir a motivação política do crime, e foi transferido pela Polícia Federal (PF) para o presídio federal de Campo Grande, onde encontra-se isolado, por questões de segurança, dos demais detentos. O inquérito apura se há mais envolvidos no ataque a Bolsonaro - hipótese negada pelo agressor.


Dores e remédios

No início da audiência, Bispo alegou dificuldades para falar por sentir dores nos pulmões e nas costelas, por conta das agressões sofridas desde o momento de sua prisão, ao ser imobilizado por policiais e agredido por supostos militantes do PSL.

O agressor foi preso no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp), onde, segundo ele, dividiu com outros seis presos uma cela projetada para duas pessoas.

Perguntado sobre medicações controladas receitadas por psiquiatras, ele disse já ter tomado remédios bastante fortes, mas que, como não tem ido ao médico, não tem usado nenhum nos últimos dias.

“Já tomei diferentes tipos de remédios controlados. Tem um, que não me recordo o nome, que é extremamente forte e derruba em menos de 15 minutos. Também fiz uso do Pamelor 50 [antidepressivo], que é mais brando. Fiz uso de um terceiro que não me lembro mais, mas não estou fazendo uso regular neste momento. Faz um bom tempo que não visito o médico”, disse o autor do atentado.

Font: Jornal do Brasil.

FALSO POLICIAL CIVIL USAVA UNIFORME PARA APLICAR GOLPES

Falso policial tirava fotos com arma e uniforme para aplicar golpes em mulheres

Divulgação/Polícia Civil de MT

Um jovem pilantra identificado como Airton Alex Nunes, de 26 anos, conhecido como Alex Bafo, foi preso nesta quinta-feira (6) em Sinop, a 503 km de Cuiabá/MT, após se passar por investigador e compartilhar fotos usando armas, distintivo, uniformes semelhantes à Polícia Civil. 

De acordo com informações do portal Alagoas 24 horas, Airton Nunes começou a ser investigado depois que fotos dele circularam em aplicativos e redes sociais. Nas imagens, ele aparece vestido de policial e se exibe com armas e coletes.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que o Alex Bafo se passava por policial civil para extorquir vítimas e aplicar golpes. Ele chegou a tentar aplicar um golpe de R$ 30 mil em uma vítima.

O falso policial, que estava com pedido de prisão decretada, foi localizado no momento em que saía de um bar a bordo de uma BMW. Cheques preenchidos em nome de outras pessoas, diversos cartões bancários em nome do suspeito e de outras pessoas foram encontrados no veículo.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil de MT)

O caso

No dia 30 de julho chegou ao conhecimento da Polícia Civil que um homem se passava por investigador nas redes sociais. No dia 8 de agosto o suspeito foi ouvido na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá. Ele confessou que usava o uniforme e a arma para atrair mulheres que conhecia pelo WhatsApp. Ele contou que comprou o material em um site de compras e vendas.

Inicialmente o rapaz respondia criminalmente por uso ilegítimo de uniforme ou distintivo, posse ou porte de arma de fogo. Porém, após as investigações foi constatado que ele usava o material para aplicar golpes.

(Com informações do portal Alagoas 24 horas)

10 de setembro de 2018

FORTALEZA/CE - MÃE 'JOGA FILHA' PARA SALVÁ-LA.

Mãe 'joga' bebê para passageiro antes de colisão e salva filha em Fortaleza. Vítima de acidente amamentava criança em ônibus momento antes de colisão com caminhão.

Por G1 CE
CETV 2ª Edição

Mãe morre e salva filha em acidente de ônibus em Fortaleza

Uma mulher morreu em uma colisão entre um caminhão e um ônibus em Fortaleza na manhã desta segunda-feira (10), momentos após ela arremessar uma criança para um passageiro do coletivo em que estava.

Conforme testemunhas, o motorista do ônibus mudou de faixa bruscamente e colidiu com o caminhão, que estava parado na Avenida Alberto Craveiro, no Bairro Dias Macêdo. A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) informou que o caminhão estava parado na faixa exclusiva de transporte coletivo aguardando o fluxo de veículos diminuir para fazer uma manobra e entrar em um galpão.
Acidente entre ônibus e caminhão ocorreu na Avenida Alberto Craveiro, em Fortaleza, nesta segunda-feira (Foto: Arquivo pessoal)

Thaís Silva de Almeida, de 27 anos, que morreu no acidente, estava com a criança no colo e conseguiu evitar que ela tivesse ferimentos graves, conforme os passageiros que estavam no veículo. A criança e outras cinco pessoas tiveram ferimentos, mas não correm risco de morrer.

Após a colisão, a mãe ficou presa às ferragens e morreu antes da chegada de profissionais do Corpo de Bombeiros.

A AMC informou que o ônibus estava a 49 km/h e a velocidade permitida na via é 60 km/h.

O caso está sendo investigado pelo 16º Distrito Policial.

APÓS LEVAR TAPA EM FESTA, MULHER MATA NAMORADO E É ABSOLVIDA PELA JUSTIÇA

Juiz entende legítima defesa e arquiva inquérito de jovem que matou namorado após levar tapa no rosto em festa em MT

Golpe de faca no pescoço foi entendido pela Justiça como legítima defesa, já que o rapaz tinha agredido a jovem. À época, ela confessou o crime e se entregou espontaneamente à polícia e foi liberada.

Por G1 MT
Dayane Reis Hipólito Araruna confessou ter matado o namorado com faca durante festa (Foto: Facebook/Reprodução)

A Justiça arquivou o inquérito que apurava a morte de Isaque dos Santos Morais, em agosto de 2017, em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá. A namorada da vítima, Dayane Reis Hipólito Araruna, de 23 anos, se apresentou à polícia dias após o crime.

À época, ela confessou a autoria do assassinato alegando legítima defesa. No entanto, foi liberada por falta de flagrante.

De acordo com a decisão do juiz Evandro Juarez Rodrigues, ela agiu em legítima defesa, já que havia sido agredida pelo namorado com um tapa no rosto.

Testemunhas disseram à polícia que Dayane participava da festa de aniversário, quando Isaque chegou ao evento. Os dois começaram uma discussão e Isaque deu um tapa no rosto de Dayane.

Em seguida, ainda conforme as testemunhas, ela pegou uma faca e golpeou o pescoço do namorado. Ela fugiu do local.
Isaque dos Santos levou uma facada no pescoço e morreu no hospital (Foto: Facebook/Reprodução)

Isaque foi socorrido e morreu durante o atendimento no hospital.

A Polícia Civil de Peixoto de Azevedo concluiu o inquérito em dia 22 de fevereiro de 2018 e indiciou Dayane por lesão corporal seguida de morte.

Contudo, no dia 23 de julho deste ano, o juiz da Comarca de Peixoto publicou o arquivamento do processo.

9 de setembro de 2018

CASO BOLSONARO - IGREJA CONTRATA QUATRO CAROS ADVOGADOS PARA DEFENDER BANDIDO, POR FILANTROPIA!

Homem que esfaqueou Bolsonaro é defendido por quatro advogados

Zanone Junior, um dos defensores, que trabalhou no caso do goleiro Bruno, diz que foi contratado por pessoa da mesma igreja de Adelio Bispo de Oliveira. Defesa nega que contratante seja de partido político.

Por Jornal Nacional , Belo Horizonte

Quatro advogados defendem Adélio Bispo de Oliveira, agressor de Bolsonaro

Adelio Bispo de Oliveira, que esfaqueou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora na quinta-feira (6), é defendido por quatro advogados: Zanone Manuel de Oliveira Junior, Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa.

Zanone Junior, que trabalhou nos casos do goleiro Bruno e da missionária americana Dorothy Stang, disse neste sábado (8) à reportagem do Jornal Nacional que foi contratado por um homem de Montes Claros, que seria da mesma igreja de Adelio.
Zanone Junior, um dos advogados do acusado de esfaquear Jair Bolsonaro, também atuou no caso do goleiro Bruno (Foto: Reprodução/TV Globo)

O advogado não quis revelar o nome dessa pessoa. Zanone Junior acrescentou que os advogados foram pagos para os primeiros dias da defesa de Adelio e não revelou o valor. 

A pessoa que me contratou é Testemunha de Jeová. Advogado diz que é pago por filantropo da igreja de Adélio. O advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defende Adélio Bispo de Oliveira, o agressor de Jair Bolsonaro, disse que a defesa é paga por um conhecido da igreja que Adélio frequenta, registra a Folha.

“É filantropia”, disse Zanone. “Eu não sei por meio de qual igreja eles se conhecem. Adélio tem conhecidos que são Testemunhas de Jeová, mas não tenho certeza se a pessoa que me contratou é Testemunha de Jeová.”

Outro advogado de Adelio, Fernando Magalhães, que também atuou no caso Bruno, disse que o trabalho dos defensores de Adelio não tem relação alguma com partidos políticos ou nomes públicos conhecidos.

Magalhães também não quis revelar a identidade de quem o pagou e quanto foi pago. A reportagem do Jornal Nacional não conseguiu contato com os advogados Pedro Felipe Possa e Marcelo Manoel da Costa.

Durante todo o dia, circularam nas redes sociais suspeitas contra os advogados, indagando quem estaria por trás da contratação deles.

No fim da tarde, a Ordem dos Advogados do Brasil de Barbacena, na Zona da Mata de Minas, divulgou nota de repúdio sobre as suspeitas levantadas nas redes sociais em relação aos advogados.

A entidade afirmou que a tentativa de macular a honra e a dignidade dos profissionais, além de configurar crime, é também um ataque à democracia e à própria OAB. E acrescentou que todos têm direito ao devido processo legal, com garantia de ampla defesa por meio de um advogado.

Adelio Bispo de Oliveira, supeito de esfaquear o candidado a presidente Bolsonaro (Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM)

Sem intenção de matar

O advogado Pedro Augusto Lima Possa, que também é defensor de Adelio, disse ao G1 na quinta-feira (6) que o cliente não tinha intenção de matar o presidenciável do PSL. Segundo Possa, Adelio afirmou que agiu por 'motivações religiosas' e 'de cunho político'.

Candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta. Ele era carregado nos ombros por apoiadores quando um homem se aproximou e o feriu na barriga. O agressor foi preso pouco depois.

Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, está preso, confessou o crime e disse que realizou o ataque "a mando de Deus". Ele foi transferido para o presídio federal de Campo Grande (MS), onde ficará isolado.

Quatro advogados defendem Adélio Bispo de Oliveira, agressor de Bolsonaro

6 de setembro de 2018

BRASIL - CANDIDATO BOLSONARO É ESFAQUEADO EM JUIZ DE FORA/MG. AGRESSOR FOI IDENTIFICADO

Bolsonaro leva facada durante campanha em Juiz de Fora
presidenciável foi carregado por seus apoiadores e retirado do local


Bolsonaro foi vítima de uma facada na tarde desta sexta-feira (Adriano Machado/Reuters)

Jair Bolsonaro, candidato à presidência pelo PSL, foi atingido por uma facada enquanto fazia campanha em Juiz de Fora.

A cena pode ser vista em um tuíte divulgado pelo apresentador Milton Neves:

Meu Deus, atacaram o candidato Bolsonaro em Juiz de Fora com o que parece ser uma faca. Que nível é esse que esse país chegou? 

De acordo com o Cabo Albuquerque, da assessoria de comunicação da 4a Região da Polícia Militar, o autor do ato foi preso em flagrante e o candidato foi conduzido para o Hospital Santa Casa.

O presidenciável foi carregado por seus apoiadores e retirado do local. Eduardo Bolsonaro, filho do candidato, afirmou em seu Twitter que Bolsonaro está fora de risco.


As informações que tenho são preliminares e neste tipo de situação sempre há muita notícia desencontrada.

Mas chegou a mim que Jair Bolsonaro foi esfaqueado num evento em MG, mas está fora de risco de morte. Peço que orem por ele e sabendo de algo mais publico aqui


De acordo com o blog Radar, de Lauro Jardim, a facada foi “menos superficial do que pareceu à primeira vista” mas “nenhum órgão vital foi atingido” e o candidato levará seis pontos.

O momento em que o candidato é retirado pode ser visto de outro ângulo em vídeo divulgado pelo jornalista George Marques:

Urgente: Bolsonaro levou uma facada em ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG). Perfuração atingiu o abdômen. Presidenciável foi levado para Santa Casa de Juiz de Fora para receber atendimento
O jornalista Ricardo Noblat, do Globo, postou uma foto do suposto autor do crime: